Noite mais participada de sempre fecha 12.ª edição do FMM Sines – Festival Músicas do Mundo

01/08/2010

O FMM Sines – Festival Músicas do Mundo 2010 terminou em 31 de Julho com a maior lotação de sempre numa noite de sábado. O número total de público (acumulado entre palcos e períodos) dos quatro dias situou-se entre os 85000 e os 90000 espectadores, tendo os concertos nocturnos do último dia na Avenida (U-Roy + Batida) registado a maior moldura humana da história do evento, com 15000 espectadores estimados na marginal e Praia Vasco da Gama. Antes, os congoleses Staff Benda Bilili, os malianos Cheick Tidiane Seck e Mamani Keita e a espanhola Lole Montoya fizeram encher o Castelo numa noite vibrante de música, entre as melhores da história do evento. Num festival reduzido em duração e número de palcos, a maior inovação foram os espectáculos vespertinos realizados no Castelo, onde se produziram alguns dos momentos mais emocionantes desta edição, como os que aconteceram na abertura, com a estreia absoluta do espectáculo de Vitorino e Janita Salomé com o Grupo de Cantadores de Redondo, e com o concerto memorável do guineense Kimi Djabaté.

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rui

O CD faz a diferença, além de podermos dar a conhecer outros sons a quem não pode estar presente, divulga o festival e perpétua o que vimos.

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miguel

De nuevo sin conciertos en Porto Covo, lo mejor del festival. Lástima.

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António Miguéns

Em relação aos dois fins-de-semana do fmm 2011. São 7 dias de musica certo?

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FMM

Olá António. Sim, todos esses dias são dias de concertos.

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António Miguéns

Conto com bons concertos nos dias de menor publico. Mas adorei Forro in The Dark e adorava que voltassem! Foi um dos, senão o melhor concerto do FMM Sines 2010! Até mais logo!

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Carlos Manuel Pinho

Não conhecia o FMM, nem a sua componente musical tão diversificada a nível cultural. Para mim foi um renascer cultural, fui convidado por 4 amigos, não sei o que ia ver, o que me disseram, foi apenas, respira a cidade, sente a música e acima de tudo respeita o espaço, quando terminou o festival, senti-me como novo.
Desde então tenho comprado, ouvindo, lido sobre World Music. Agradeço aos meus 4 amigos, mas acima de tudo a Toda a equipe que trabalha todos os anos para este grande evento cultural e de pessoas.
Obrigado
Bem -Haja

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SARAVAH SOUL …. não se conhecem mas fica ai para pesquisarem
http://www.youtube.com/watch?v=dXMawHK3kXQ

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Paulo Ferreira

Foi o meu primeiro FMM. Musicalmente muito interessante mas nao compreendi essa coisa de ter uma banda tipo Galaxy (de Timor-Leste) a tocarem num festival de “musica do mundo”. Ou sera que cantar em Fataluko e fazer barulho com guitarras electricas e musica do mundo? So espero que a organizacao nao convide no proximo ano uma banda de Black Metal so pelo facto de serem da Palestina. Foi relamente muito mauzinho essa coisa vinda de Timor-Leste! Para a proxima tentem Sol Nation ou Ego Lemos.
E ja agora, seria muito bom pensarem num sistema de sanitarios mais digno de um pais desenvolvido. Ou deixem de vender cerveja (money, money, money!) nos concertos e vendam vinho alentejano. Doeu-me o coracao ao ver tanta a gente a urinar contra as paredes desse maravilhoso castelo. Que nojo!
Bom, que venha o proximo e sem barulho.

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nuno

Lembrei-me agora a ouvir o Mestre Antonio Chainho, do qbelo concerto que o homem deu na Festa do Avante, mas tambem, de como foi possivel deixar de parte um projecto destes do FMM, fado com musica indiana, querem mais world music?
Imaginei no castelo ao fim da tarde, tinha tudo para acontecer como falei com amigos meus, habitues de sines e Avante, dessa falha do FMM (ao contrario do avante), que é a não devida representação portuguesa em Sines, pelo menos este ano aconteceu lamentavelmente, e o projecto de Antonio Chainho bem que merecia la estar.
FMM 2011 falta muito?

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lee

Boas,
Um cenário quase impossível, irreal até, eu sei, mas porque não imaginar os Dead Can Dance em Sines, caso existisse uma reunião nos próximos anos.
É só um sonho, mas os sonhos também se realizam….

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Anonimo - Leiria

Gostava de felicitar a organização por mais um Festival, um milagre no meu ponto de vista, mas não parem de surpreender por favor.

Quanto as críticas que se leêm por aí sobre a falta dos concertos de Porto Côvo, sem dúvida que fazem falta, mas analisando as situação socio-económica actual este é um enorme sinal da parte da organização, talvez único no país, de contenção orçamental, de responsabilidade, de encarar a nossa realidade de frente e não se deixar levar em loucuras durante um semana, alegrar milhares de visitantes, para no resto do ano cortar verbas onde elas são realmente necessárias para a comunidade local. Não conhecendo a organização a mim parece-me obvio que esta será uma grande razão, é de louvar…

Bem hajam.

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Carla

Foi lindo, memorável :) )) Já vou ao FMM há alguns anos, mas nunca esquecerei o de 2010, e sei que alguns dos meus amigos também não…
Mas sim, editem o CD!!!!

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Carla

Memorável momento vespertino também o da Guadi Galego ;) Para mim foi certamente!! Nunca esquecerei o concerto dela.

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Jorge Oliveira

o festival de sines é sempre uma surpresa muito pelos grupos k trazem ker pelo sitio. mas está a ficar muito comercial em termos de público, e não só, o som este ano foi péssimo, têm k começar de novo a tratar bem as pessoas k lá vão e sempre lá foram…

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Inga

Olá a todos. Gostei muito do festival só gostava de pedir 1 coisa. Limpam a cara do festival. Estou preocupada com a aparência que possam transmitir ao MUNDO de como tratam a sua musica e o seu território. Limpem os chãos. Limpem a praia!!! Eu vi 1 pessoa a fazer isso, mas penso que não seja esse o espírito do festival. 1 a trabalhar para os outros todos que estão ali de papo para o ar a dormir ao Sol.Não acredito que não haja gente disposta a colaborar.
Quem se sente bem com a limpeza de certeza que colabora.

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donorte

Antes de mais, adoro o FMM, estão de parabéns por terem conseguido tornar este um Festival de referência…

Várias críticas, lixo, wc’s, mas a maior vai para o aperto no Castelo no Sábado. Muita gente que lá estava só queria beber uns canecos, fumar umas ganzas e conversar com os amigos, tornado a apreciação do concerto muito mais difícil para quem quisesse ouvir a música. Uma sugestão para corrigir isto seria aumentar o preço de Sábado (e talvez Sexta…) para €15. O que significa uma subida de 20% e vender menos 20% de entradas…

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vania

Apesar de me identificar com algumas criticas, parece-me que é um festival a manter, sempre com o espiríto de o melhorar e não aumentar!
Gostaria de notar que o número, excessivo, na minha óptica, de público, exige seguramente melhores casas de banho.
Entristeceu-me o facto de não terem à venda o CD do FMM 2010 e espero que isso não se repita! Faz falta..bem como Porto Covo…

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Manuela Faria

Só 2 pedidos:
- voltem a incluir Porto Côvo
-editem o CD

De resto…FANTÁSTICO
:)

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Miguel Ná

Finalmente tive disponibilidade para ir ao FMM, conheço muitos festivais mas prefiro este formato, parece mais uma festa para todos do que um festival de todos só para alguns, para contrariar a ganancia de outros que de ano para ano puxam cada vez mais pela algibeira de quem gosta de música, parabens à organização, música é conhecimento e o conhecimento é para partilhar e não para vender.
Até para o ano!!!

Ps: Adorava que conseguissem trazer uma banda Checa chamada ” Basta Fidel”, o people ia gostar!! dêem uma vista de olhos….quer dizer de ouvidos!!! tchau

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Cláudia

Há três anos que rumo a Sines para este festival simplesmente fantástico, que me surpreende sempre pela qualidade, os concertos, o ambiente humano. Parabéns.
Este ano só faltou, para grande tristeza minha e dos meus amigos, o duplo CD, aquela recordação que eu trazia para ouvir durante o ano e substitui-lo pelo novo no ano seguinte! Voltem a produzi-lo, por favor!!!

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Rui Manuel

Pela quinta vez consecutiva em Sines…e mais uma vez adorei.É certo que o Fmm transfigura-se de ano para ano,mas vejo esse facto com naturalidade e até com uma certa satisfação,pois a mutação e a mudança fazem parte da natureza humana.
Não será natural que devido ás qualidades a níveis musicais e de ambiente,o público cada vez seja maior(principalmente os jovens à procura de novas experiencias e aventura)?
Não será natural a dificuldade que a organização tem em conciliar o público cada vez mais vasto com o manter de espaços tão essenciais para a mísica do festival(o castelo e a marginal)?
Olho para estas problemáticas com um sorriso no rosto ,pois vejo que cada vez mais pessoas tem acesso ao que eu acho…o melhor festival de música de Portugal.

Os pontos fortes do festival:

1.A dinamização e a promoção das músicas do mundo em Portugal, que aconteceu em Portugal desde o início do Festival há 12 anos.
2.O equilíbrio e a beleza que se conjuga entre o espaço e os sons são únicos em Portugal e talvez na Europa.
3.O cartaz de elevada qualidade de importância mundial que a organização tem mantido de ano para ano.
4.A mistura de classes sociais,culturais e etárias é demais evidente existindo (ainda) um feliz e fraterno equilibrío entre elas.

Pontos fracos(diria melhor..pontos sensíveis)

1.A dificuldade como já disse em análise inicial de, a organização manter a existencia de palcos como o castelo e a marginal e o conforto do público.Penso que o alargamento para Porto Covo mesmo em simultaneo será uma forma de poder dispersar o público dos espaços contíguos que são o castelo e a marginal.Mas atenção,o castelo e a marginal são essencias para a beleza do festival tanto do ponto de vista do público como dos artistas.

2.A ausencia do Parque de campismo aberto como tal foi uma grande falha a meu ver,pois eu (e talvez mais gente) habituei-me a uma certa tranquilidade aliada á proximidade do parque com os recintos músicais.É certo que os niveis de segurança e tranquilidade não descambaram no parque de 2010 para valores negativos,mas parece-me que o Fmm necessita de no futuro 2 parques de campismo de suporte.
3.Um aspecto de marca do festival ausente este ano…o cd….aspecto notado por muitos.O cd aliava o aspecto cultural á importançia que um recordação física tem para todos os viajantes deste mundo.

Muitas coisas haveriam para dizer essencialmente positivas deste único, feliz e doce acontecimento.Muitas amizades,muitos horas passadas no sofá a ouvir o som de ”Sines”,muitas recordaçoes que ajudam a tornar a vida mais colorida e preenchida.

Uma grande abraço amigo a todos que tornaram possivel este grande evento….evento este que me faz …já neste momento, ansiar por julho de 2011.

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SINES :)

Adorei o festival!

Os primeiros dias estavam muito bons, estava calmo e dava para ver os concertos e circular á vontade. Os últimos 2 dias estava gente a mais, acho que o espaço na Avenida não foi feito para aquela gente toda… por um lado é bom saber que tanta gente se interessa pela World Music (se bem que alguns vão lá só porque é grátis) mas era bom que o festival não se massificase e não ficasse igual a todos os outros.

Em relação a haver poucos caixotes do lixo, como foi dito já, também concordo. A praia ficou atulhada de lixo na ´última noite.

Para o ano podiam também arranjar umas ideias para tornar o festival mais sustentável, como por exemplo: usar o sistema de oferecer/vender uma caneca a cada pessoa que compre o bilhete, para não se desperdiçarem tantos copos (algo que já se faz em alguns festivais).

Eu sei que cada um deve fazer a sua parte sem estar á espera de receber algo em troca com isso mas sabemos que muita gente só funciona com recompensas.

Tirando isso adoro o festival! O cartaz tinha grandes nomes: Tinariwen, Cheick Tidiane e Mamani Keita, Staff Benda, U-Roy entre outros.

Deixo aqui algumas sugestões de artistas para o ano:

Amadou & Mariam
Sierra Leone Refugees All Stars
Dobet Gnahore
Balkan Beat Box
Macka B
Alpha Blondy

PAZ e viva a música do mundo!

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Julio

Gostei imenso do cartaz deste ano, faço votos que este festival nunca acabe, parabéns á organização continuem não parem! Quero aqui deixar uma critica,mas construtiva para melhorar, na avenida Vasco da Gama faz falta mais caixotes de lixo pois no sábado era extremamente dificil encontrar algum para colocar os copos de plástico e no dia seguinte após terminar as Músicas do Mundo verifiquei que existem poucos e a longas distãncias uns dos outros, se calhar evitava-se aquele amontuar de copos e garrafas espalhadas pelo chão. Um caso a reflectir!!!! Abraço

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yuppi

Foi o 1º ano em que fui ao festival e, de facto, fiquei surpreendida e simplesmente adorei!
Para o ano, voltarei seguramente, mas vou optar pelos dias de semana, com menos confusão.
Parabéns a toda a Equipa!

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RUBEN MANCERA

Disculpas per no farlar Portugues:

Me ha encantado el festival, respecto a la oferta que hay en España es muy superior de acuerdo al precio. Lo mejor de todo el ambiente tan tranquilo , educado y diverso…no obstante, en lo musical demasiados grupòs desde USA…son aburridos y occidentalizados. Respecto a lo no musical, decir que la zona habilitada para Campismo ha estado bastante mal pués las condiciones de limpieza han sido casi nulas (recogida de basuras, baños,,..) para el próximo año espero que se de una buena zona.ES FUNDAMENTAL.

BRAVO Ceu, BRAVO Nova Lima, BRAVO Tiraniwen, BRAVO Staff Benda Bilili

MOITO OBRIGADO

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bia

foi lindo este ano, adorei. um dos melhores festivais de portugal. para o ano ponham Anthony B !

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Manuel e Maria (Fãs do FMM)

Adorámos, adorámos:
- Todos os excelentes concertos em que marcámos presença, a começar logo na quarta-feira com uma surpreendente abertura com o Grupo de Cantadores de Redondo, Janita Salomé (e essa sua voz, que é pura melodia e grito que rasga o espaço) e Vitorino (também brilhante e cativante), passando pelos grupos de quinta-feira e sexta-feira, para terminar em apoteose com Staff Benda Bilili.
Não temos espaço para as palavras que aqui vos poderíamos deixar, deixamos então as que podemos para dizer alto PARABÉNS a quem em boa hora convidou todos estes artistas para fazerem parte do cartaz deste ano.
Partilhamos a crítica da «torrente» de público, que teve como se viu um lado menos agradável. É bom, claro, para os organizadores é pior para quem vive os apertos e encontrões.
Para o ano lá estaremos. Não permitam jamais que alguém ouse pensar no fim deste evento…

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Pedro

E já passou mais uma edição , a minha 12ª .
Agradeço mais uma vez a quem nos dá aquele que é somente o melhor festival de Portugal , obrigado CM Sines , Obrigado Carlos Seixas …

Notou-se alguma ” sudoestização ” do festival , muitas pitas , algumas lantejoulas e saltos altos , já tradicionais na noite de sábado.
Principalmente no castelo, não notei que o aperto fosse maior que nos ultimos anos , ou então o aperto era só do meio do recinto para trás , pois do meio até ao palco houve sempre muito espaço.

Sinceramente achei o cartaz mais fraco do que aquilo a que nos habituámos , certamente no próximo ano será melhor .

Quanto ao sair do castelo , tirem dai a ideia , isso jamais acontecerá , sendo a alternativa ir alargando , como já se fez para porto côvo e para a praia.

E um lamento para a quebra do ambiente fantástico que se costuma viver por estes dias em Sines , a fama do festival trouxe publico muito diferente do habitual , com toda a legitimidade , mas diferente e muitas vezes completamente desenquadrado.

Tudo bem que se misture o cheiro das verduras que cobrem o chão com os aromas de “outras especiarias ” , mas putos e pitas a cair de bêbados logo no inicio dos concertos é demais .

Saudações Alentejanas e voltem para o ano que cá vos esperamos

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Eliseu

Sem qualquer duvida, o meu festival preferido!!! Grandes concertos, grande ambiente, um festival unico que de ano para ano se torna mais popular com todos os prós e contras inerentes, no entanto o FMM será sempre o FMM!!
Compreendo a justificação da “Crise” no entanto a falta do CD é imperdoável, espero que não se repita para bem do Festival, é um dos muitos factores que o tornam único.
Até para o ano!!

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Mariana

Foi lindo como sempre, mas é preciso ter atenção nesta pretensão de crescer. Se existe essa vontade, é preciso criar condições, e não é com a redução do festival em número de dias e de palcos que se consegue chegar lá. Porque é que se acabou com extensão do festival a Porto Covo e os concertos no Centro de Artes?
Obviamente é inevitável que o FMM chegue a muitos ouvidos, tanto pelo cartaz como pelo ambiente. Mas acho que todos reparámos que muito desse novo público não respeitou o que se vive por ali. A enchente de copos de cerveja deitados à praia que se iam enterrando na areia ou afundando no mar são a pior consequência destes novos espectadores.

Tenho também pena de não ter sido feito o cd do FMM 2010. Já fazia parte!

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marta

olá – tenho uma dúvida: se no ano passado foi a 10ª edição (1999-2009) porquê este ano foi a 12ª.. ehehheheh

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FMM

Olá Marta. A 10.ª edição foi em 2008. Está a esquecer-se de colocar o ano 2000 nas contas.

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Marco

O festival foi excelente, como tem sido nos anos anteriores. Escrevo este comentário apenas para demonstrar o meu desagrado pelo facto de não terem produzido o CD este ano.

Continuem a produzir bons festivais como têm feito até aqui!

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Jorge Freixial

Pois… Limito-me a ver e ouvir os ecos de um FMM ao qual me habituei a ir desde há vários anos, mas que este ano me fintaram. Marcação de alojamento em Abril para Porto covo e seguir para outro destino, até final de Julho, também marcado (e pago)ainda em Abril.
Pergunto: tantos patrocinadores, créditos mais que firmados enquanto evento de topo no género, adesão garantida. Porquê este “encurtamento” para 50%? que tristeza… Só as grandes superfícies, clubes de futebol, concuirsos televisivos é que crescem… O que é de facto bom, mingua… incompreensível.
De qualquer forma, parabéns pelo mFFM deste ano… (mini FMM).

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Luis Miguel Varela

FMM Sines 2010: A vertigem de querer ser maior ou como a exposição pode ser maldita

Ponto prévio: O Festival Músicas do Mundo de Sines foi, é e, muito provavelmente, continuará a ser o melhor evento musical produzido em Portugal.

Porquê? Em primeiro lugar porque foi, e em parte ainda é, um acto de fé de todos os que o fizeram nascer e o criaram desde o berço até à idade adulta que parece ter atingido.

Um acto de fé porque foi preciso acreditar que seria possível realizar em Portugal (lugar historicamente tão óbvio para o encontro de culturas, mas ao mesmo tempo tão quotidianamente improvável para esse rendez-vous) um festival de música onde se conseguisse o encontro do mundo em forma de acordes e sons saídos dos mais exóticos e geograficamente dispersos instrumentos.

Mas a fé move montanhas. E porque o homem sonhou e Deus quis, a obra nasceu e foi crescendo, até que se tornou na realidade que é hoje: Um palco do mundo com sede num Castelo com vista sobre o Atlântico.

O FMM de Sines é, em Portugal, o único refúgio para os que caminham pela margem do cenário musical e que têm sede de se aventurar num salto em queda livre sobre o que se vai compondo e ouvindo por esse mundo fora.

Corporiza, também, a possibilidade de escape para todos os que, durante o resto do ano, se sentem espartilhados pelo fato e gravata, pelos saltos altos e maquilhagem a que a vida e o trabalho obrigam.

Sines é, pois, um momento de liberdade que se materializa, entre outras coisas, na barba por fazer, no cabelo despenteado, nas roupas alternativas ou no vodka com laranja bebido por uma garrafa de plástico de 1,5lt.

Fruto da qualidade dos sucessivos cartazes e do excelente feed-back que foi merecendo por parte da crítica, o FMM de Sines implementou-se e ganhou um espaço que é só seu e que merece hoje a confiança de parceiros como o do canal televisivo Mezzo que este ano figurou como Parceiro Internacional do festival.

Mas esta maior exposição, aliada ao consenso que o FMM de Sines foi granjeando, tem igualmente um lado mais sombrio e triste, sentido especialmente pelos que, desde cedo, aqui encontraram um porto calmo de abrigo.

É que, por ser reconhecido (e bem) como um excelente festival, o FMM de Sines tem tido em anos mais recentes (e segundo muitos, especialmente em 2010) o condão de atrair a si um número crescente de público que não sabe bem ao que vem em termos musicais, e que, ao invés de se deixar contagiar e educar pelo que ouve, resolve aplaudir e gritar como se em palco estivesse uma das bandas mainstream do momento.

Foi o que aconteceu no concerto dos Staff Benda Bilili no Sábado à noite. Empolgados pela multidão que enchia (transbordava) por completo o recinto do Castelo e pelo já tradicional fogo de artifício de despedida, a banda da Rep. Democrática do Congo, constituída na sua maioria por músicos paraplégicos (vítimas de poliomielite infantil) que, até serem descobertos, tocavam e sobreviviam nas ruas de Kinshasa, fez saltar a multidão e conduzi-la a uma espécie que histeria colectiva que resultou em discussões e pequenos desaguisados entre a assistência.

Isso não é o espírito do FMM de Sines. Mas é, porventura, o preço a pagar pela crescente exposição mediática a que o festival tem sido sujeito, surgindo na imprensa ao lado (bulindo) com os restantes festivais de música de verão.

Imagino que a organização do festival seja totalmente alheia a isso, até porque o festival de Sines foi-se impondo por si próprio e não às cavalitas de um qualquer patrocinador.

Para evitar que o espírito do FMM de Sines seja contaminado será necessário que se continue a investir na educação dos públicos, quiçá com mais iniciativas paralelas aos concertos, como palestras, workshops, exposições e conferências.

Perante o FMM de Sines colocam-se, portanto, dois caminhos: Ceder à tentação de continuar a ser cada vez maior, com tudo o que isso tem de bom (garantia de sobrevivência) e de mau (sério risco de perda de personalidade); Ou continuar a afirmar a sua natureza original, ensinando o público a ouvir e a gostar da melhor música, sabendo e aceitando que, ao mesmo tempo, estará a afastar de si todos os que não têm interesse em aprender a gostar de algo diferente.

Que escolha bem.

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asa da silva

convidem os Besh O’Drom e pó ano tou la..
tive so no ano passado e adorei o Sr Lee “Scratch” Perry
quanto a haver muita gente, não sei se este ano a lotação do castelo mudou mas no concerto de sábado do ano passado foram esgotados os bilhetes e estava-se lá bem..
continuem o bom trabalho

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Sylvie Alves

Parabéns! Adorei tudo o que vivi no Sábado com a família. Foi a nossa 1ª vez e que venham muitos mais.
Staff Benda Bilili que bela lição de vida!!! Obrigada a todos pela boa disposição e alegria. Simplesmente genial…

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carlos max

Mais um ano, Mais uma grande festa partilhada por entre as maravilhosas paisagens da nossa costa sul, pelos amigos que encontramos sempre naquele cantinho, e, pelo maravilhoso cartaz que esta organização trouxe até nós.
Só tenho uma coisa a apontar, a ” banda ” que fechou a festarola lá em baixo perto da praia precisa de ter um gaijo menos chato e com uma voz mais agradável ao ouvido!
tive quase para atirar uns ovos ao ” DREAD ” era assim que ele chamava por nós!
abc´s e beijinhos a todos!

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miguel

Para mi, el FMM de Sines 2010 fracaso desde el momento en que suspendieron los conciertos en Porto Covo. Una pena.

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jorge freixial

concordo

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Daniel

Todo os que sempre seguiram este festival, sabem que este festival perdeu a sua caracterização inicial. É dificil encontrar pessoas que resistem à tentação do dinheiro e creio que esse seja mais uma vez o problema deste festival. Este festival nunca deveria ter crescido tanto. Deveria ser o castelo e ponto final. Deveria atrair apenas os que vão pelas bandas e ponto final. Deveria ser um encontro de pessoas especiais e ponto final. Tudo o resto torna um festival fantástico para as massas… mas pouco mágico e inesquecível e imperdível como antes foi. Na minha opinião a organização pecou por começar a publicitar o festival. Não critico cobrarem pelos bilhetes de entrada, mas o de colocar o festival nos média. De qualquer das maneiras… descubro sempre bandas fantásticas… e por essa razão tenho pena de sentir que me vou ter que afastar do fmm ;) muiiiitaaa genteee minhaaa genteeeeee… “it’s all about the benjamins” puff daddy lol

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teresa gabriel

o festival foi bom, mas devo dizer que o cartaz brilhou por poucos artistas, em termos de cartaz não achei o melhor de sempre, mas houve momentos muito bons!

achei gente a mais para ser sincera, acho que deviam ter mais um palco ou então mudar de sítio, alargar, qualquer coisa, foi gente a mais para um espaço reduzido, gerou-se confusão e algum desconforto, no castelo e na praia mal me conseguia mexer na sexta e sábado!

sem dúvida, dos melhores festivais portugueses, em termos de música e ambiente, encontra-se sempre muita gente e o ambiente, em geral, é acolhedor, mas este ano encheu demais!

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António Freitas

Concordo e reforço. A Quinta-Feira deste ano em termos de publico foi comparável ao sábado dos últimos anos, Já na Sexta e no Sábado houve momentos impossíveis, o recinto, praia e castelo estavam para lá do limite, estive constantemente a levar encontrões, o que me levou a desistir dos concertos da praia.
Penso que para o ano fico pela Quarta e Quinta-Feira. É importante referir que um dos pontos fortes deste festival é na minha opinião o publico, e o FMM de sexta e sábado foi um FMM de massas.

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Marco

Muuuito bom!
Não conhecia Tinariwen e fiquei fã, como só podia. Os Staff foram fantásticos, mas acho que o fogo de artifício poderia ter sido um pouco mais tarde, numa música mais festiva, já que o tema Moto Moindo, assim como Polio, convidam um pouco mais à reflexão pelos temas importantíssimos que abordam.

Voto no sistema das pulseiras! Pode ser um pormenor, mas é importante. E mais importante ainda a segurança. O castelo é mítico, mas é um facto que não pode alargar. Com enchentes destas (principalmente no sábado em que também houve fogo de artifício…) é fácil gerar-se alguma confusão.

A cena latina também esteve em grande!

Até para o ano!

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Manuel Gago

Uma vez mais não tenho palavras para descrever o festival de Sines e a maravilhosa organização. Merece a pena conduzir desde Ayamonte (Espanha) até Sines. Obrigado por trazer o flamenco de Lole Montoya, os sonidos de África e fechar com os Staff Benda Bilili, um exemplo de superação pessoal através da música. Vemos-nos ali o próximo ano. Guardarme um espaço, amigos. Traigam mais fado, música árabe e flamenco.
Um abraço
Manuel Gago
Ayamonte

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María

Adorei conhecer o festival e adorei compartir musicas tâo maravilhosas num espaço único, Sines é beleza pura!!! Fantástico o trabalho dos técnicos de sonido , de iluminaçâo, etc. Enrique é o melhor técnico de iluminaçâo do mundo, “o homem da luz”. Estou a voltar agora para Madrid cheia de saudades do festival. Parabens e até o próximo ano!

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Ana Laranjo

Mais um ano e mais um festival fantástico em termos de música. Regozijam-se pela maior lotação de sempre, mas cuidado! Receio que esta multidão que acorre a Sines nestes dias, em especial no sábado, estrague o festival e que o seu verdadeiro espírito e essência se percam e acabe.
Deixo aqui também a minha indignação e pena por não ter sido feito o habitual CD do Festival, foi de facto uma grande falha.

Não acabem com o que realmente é importante e já faz parte do festival, a música e o bom ambiente.

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Pedro

Foi o primeiro ano que fui, movido por um desejo já antigo, com alguns anos mesmo, que cresceu da conversa do amigo para o amigo, até chegar a mim. A definição temporal é perfeita (antes da confusão de Agosto, Sudoeste), a localização também, principalmente para quem mora em Lisboa. Do Festival, guardo excelentes recordações de Sexta-Feira de Kimi Djabaté, – em que o cenário do castelo, fim de tarde e os ritmos quentes do Kimi tornaram a atmosfera digna de nos emocionar até à lágrima no canto do olho -, Barbez, que com uns ritmos e sons diferentes (encantou-me o theremin) e ao mesmo tempo fantásticos me contagiou imediatamente. No sábado cheguei ao castelo a tempo de ver Lole Montoya (que vozeirão) e sus ritmos calientes flamenquistas. Muito bom! A seguir, veio para mim o melhor concerto, Cheick Tidiane Seck feat. Mamani Keita. De realçar o fantástico músico e “entertainer” que o primeiro é e a voz típica africana da segunda. De realçar também a presença no palco do vocalista Kabiné Kouyaté (grande disposição e grande voz, contagiou praticamente toda a gente) e do guitarrista, Hervé Sambe, a fazer lembrar o grande e saudoso Jimmy Hendrix. O momento alto da noite (mas não o melhor concerto) veio com Staff Benda Bilili, que antes de ser um concerto memorável, foi sim um espectáculo memorável! Se depender de mim, para o ano lá estarei novamente, para primeira experiência pre(encheu-me) as medidas. Únicos pontos negativos:
1 – Gente a mais no sábado, não se conseguia estar num sitio sem levar um encontrão.
2 – Estabelecer parceria com Câmara ou Junta para disponibilizarem um espaço em melhores condições para a grande maioria dos espectadores. O parque de campismo tem poucas condições. De resto,
Continuem assim!
Forte Abraço,
Pedro

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Rodrigo

Sexto ano consecutivo e o melhor de todos os que fui. Cartaz Gigante! Excelente!

Mas começa a ser necessário “a bigger boat” porque nos dias de fds do FMM começam a faltar condições para tanta gente, algo que não aconteceu anteriormente.

Fora isso, tudo em altas. Parabéns e obrigado a toda a organização do FMM.

Responder

Rui

Sair do Castelo era perder a totalidade da “mística” que o FMM tem perdido ano após ano. Mais ano menos ano vamos ter o FMM banalizado aos festivais de verão. E se assim for perde-se o melhor festival de todos no nosso país. Era bom que voltasse a ser o que era dantes. No Castelo e em Porto Covo.

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guilherme

este ano foi o melhor para mim nao poderia ser melhor terminar com cena africana desde o castelo com staff benda bill e na av. vasco da gama com o grupo batida que rebentou animou o pessoal e só acho q agora temos q ir a África e dizer queremos mais músicas porque antes África ainda tem muito pra dar batida foi o máximo não esperava nada melhor

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Filipe Ruão

Foi a minha primeira vez no festival e achei brilhante. Consigo apontar o ambiente e a musica de elevadissima qualidade como os principais pontos a favor do mesmo. Contudo gostaria de apontar também dois pontos contra que me parecem importantes:

1º julgo que, por motivos obvios, não deveriam ser colocadas duas bandas cujas musicas possuem a mesma origem geografica, ou seja, duvido que ter-se colocado, por exemplo, Cheick Tidiane Seck e Staff Benda Bilili seguidas no ultimo dia foi um pouco “cansativo”, apesar de dois excelentes concertos que foram (principalmente o primeiro).

2º Não percebo porque não se usam sistemas de pulseiras, principalmente para quem tem bilhete geral. Conheci duas ou três pessoas que se queixaram de ter perdido a senha de saída, ou até mesmo o próprio bilhete (o que não me parece assim tão difícil de acontecer) e que por isso ficaram impedidas de voltar a entrar. Compreendo que possa ser um sistema mais caro, mas duvido que com um símbolo a dizer “Galp energia” ou “Super Bock” nas mesmas estas não fossem completamente comparticipadas …

De resto só desejo que continuem com o bom trabalho e que continuem a apostar nas iniciativas culturais alternativas que são claramente uma mais valia para o festival!

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Magda Mendes

Eu sou assídua neste festival, é o meu festival.
Há 5 anos descobri-o e há 5 anos que lá vou!
Mas este ano não contava encontrar o festival tão.. diferente. As pessoas lindas que se viam nos anos anteriores ou desapareceram ou estão metidas no meio do exagero de pessoas que estiveram este ano no festival. Temo que o FMM tenha passado a estar na categoria de festival de verão, um novo “sudoeste”. Não senti este ano o encontro de culturas, de artes, de personalidades entre as pessoas… Este ano, pela primeira vez, fartei-me de ouvir pessoas a comentar as outras, a meterem-se com os outros, assisti pela primeira vez a discussões e brigas e o FMM não tinha disto.
E apesar de televisão dizer o contrário, tenho quase a certeza que os bilhetes durante a semana não custavam 12,5€ nos anos anteriores!
Tive algumas desilusões e não foi, definitivamente, o melhor ano. Para o ano espero que tudo volte a ser como era.

Apesar das minhas desilusões e não ter correspondido as expectativas, achei que a música foi muito bem escolhida. Acho que todos os dias tiveram um encanto especial e as escolhas musicais de sábado foram delirantes.
Não vou deixar de ir a este festival porque a cidade de Sines fica linda nesta altura, cheia de vida. Come-se e bebe-se lindamente nesta cidade :) e temos a água quente em são torpes, as paisagens lindas de porto covo e um monte de outras coisas tão perto!

Pro ano há mais, espero que melhor

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Solly

Foi o melhor festival que vi ate hoje,simplesmente Divinal,o ultimo dia não poderia acabar melhor no castelo com a Republica do Congo,melhor era impossivel,
Achei tudo muito bem organizado,todos deviam entender que este tipo de acontecimento enaltece Sines.
Espero que para o ano volte a terminar com musica de Africa :-) )) porque só mesmo Africa para animar tanto.

Obrigado pela satisfação que senti
Solly

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Filomena

Concordo plenamente com o comentário da Solly. O Festival foi excelente quer a nível musical quer a nível de organização. Além disso, não poderia haver melhor manifestação de solidariedade e tolerância entre povos. Parabéns a todos!

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Mina

Prós e contras da edição 2010

Prós:

- Excelentes concertos, desde a abertura com o Vitorino, o Janita e grupo de cantares do Redondo, passando pelo Kimi Djabate, pelos grupos do Mali e Sahara até ao clímax com Staff Benda Bilili.
Há muito que não se via um concertto assim!!! Nem tenho palavras!! Bem haja a quem em boa hora os convidou a fazer parte deste cartaz!!!

Contras:

- o facto de não terem à venda o CD do FMM 2010. Grande falha, a crise não é justificação cabal!!!!!!
- o facto de ter público de mais para o espaço físico do Castelo, tal facto, não permite ter o conforto desejado para disfrutar de concertos como os apresentados pelas 2 últimas bandas da noite de 31 de Julho (sábado)!

Estes dois aspectos deveriam, a meu ver, ser considerados em edições futuras do FMM.

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Zecamarada

Gostei do festival. Como nao gostar?A musica continua excelente.Mas, como estou a ficar mais velha, já nao posso brincar com certas coisas….fazem-me muito mal ao figado!De maneira, que, ao contrario do que li em cima, e que partilho, nao sei se voltarei ao festival para o ano. A noite de sábado, de certo nao repetirei para o ano. O que senti nessa noite e no dia seguinte, nao quero voltar a sentir mais. E por isso nao volto. Sempre fui a Sines, e divulguei o festival junto de amigos e familiares que foram ficando adeptos. Gente de confianca, gente que eu sabia que iria entrar, gostar e respeitar o espirito. Agora, nesta ansia de dinheiro, a publicidade exagerada a um festival que se promove por ele mesmo, para recintos e vila com capacidade limitada (e bem!) achei despropositado. E desconfio disso!Porque tanta gente diferente este ano?porque nao o cd?porque nao casas de banho limpas e em condicoes?porque o bilhete mais caro?porque a musica tao alta, impossivel de apreciar?porque o feed-back em vários concertos?porque um fogo de artificio como nunca vi em Sines(que caiam fagulhas para cima das pessoas)?Porque imagens dos concertos do ano, e nao dos anos anteriores como era usual?para além daquela publicidade toda, tipo lavagem cerebral…sines 2010, bla bla, bla….sempre muito muito alto…..impossivel de falar e descansar entre concertos, como noutros anos.O resultado esteve à vista. Na noite de sabado, uma inquietacao, euforia e tensao dentro daquele castelo e na praia, como nunca vi e nao quero sentir em sines. E no dia de domingo, andando por sines para comer, nao vi caras alegres, tranquilas, energeizadas, felizes, em comunhao, como era habitual. Assim nao, meus amigos!Assim nao!

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