Uxu Kalhus (Portugal)
A música e as danças tradicionais portuguesas são a base deste projeto folk de braços abertos. “Extravagante”, o seu disco mais recente, faz girar o baile.
Pontal, 26 de julho, 02h30 (novo horário). Imagine que a música tradicional é um museu com peças alinhadas muito direitinhas. Uxu Kalhus é o contrário. Não há nada ordenado, rígido, puro, limpo, na música tradicional revista por esta banda nascida no ano 2000. A prioridade é mostrar o lado mais dançável da alma portuguesa, mesmo que para dar espaço aos corpos e à alegria se parta alguma louça pelo caminho. É folk, pois é, mas também é rock, é funk, é hip hop, é o tempo antigo, o tempo presente e o tempo futuro, é tudo o que for preciso para acender o baile. Em 13 anos de vida já derramou suor em mais de 600 atuações em formato de bailes e concertos no país e no estrangeiro. Depois de “A Revolta dos Badalos” (2006) e “Transumâncias Groove” (2009), estreiam-se em Sines com um disco fresco que é também um disco a ferver, “Extravagante”, lançado este ano. A formação tem a voz de Joana Margaça, os sopros de Paulo Pereira, as teclas de André Lourenço, as guitarras de Tó Zé, o baixo de Eddy Slap e a bateria de Luís Salgado. O programa é para dançar, dançar, dançar e depois, quando acabar, continuar a dançar.
Alinhamento
Joana Margaça: voz
Paulo Pereira: sopros
André Lourenço: teclados
Tó Zé: guitarras
Eddy Slap: baixo
Luís Salgado: bateria





