Shibusa Shirazu Orchestra (Japão)

A música ao vivo tem poucos espetáculos mais originais que Shibusa Shirazu Orchestra, fusão entre teatro, dança e jazz “big band” como Sines nunca viu.

Shibusa Shirazu Orchestra

Castelo, 26 de julho, 00h45. Há a loucura do mal e a loucura do bem. Shibusa Shirazu Orchestra é a loucura do bem, uma performance teatral cruzada com uma avalanche orquestral e um sentido de humor que Frank Zappa não desdenharia apadrinhar. Músicos, cantores, dançarinos, atores, num total de 26 elementos, vão encher o palco de movimento, colorido e desconcerto. Para o público europeu, a componente de dança “butoh”, uma dança do absurdo, do grotesco e do tabu, com raízes na cultura de protesto japonesa, será a mais surpreendente, mas o verdadeiro escândalo chega da música em si, uma orquestra de metais, cordas e percussões nos limites delirantes do jazz, com influências de rock, funk, ska, música latina e balcânica e improvisação. Criada em 1988 pelo baixista Daisuke Fuwa, a orquestra tem espantado públicos desde Glastonbury ao Fuji Rock Festival. Em japonês “shibusa shirazu” significa “nunca estejas composto”, no extremo oposto da postura elegante das “big bands” clássicas. Esta é a “big band” menos clássica do mundo e este espetáculo vai ficar na memória do FMM.

Músicos
Daisuke Fuwa: diretor musical
Akira Kito: músico
Erika Nakamura: músico
Hikedi Tachibana: músico
Yoichiro Kita: músico
Mitsuhide Tatsumi: músico
Yasuyuki Takahashi: músico
Hiroyuki Otsuka: músico
Mariko Kobayashi: músico
Taeil Hwang: músico
Koichi Yamaguchi: músico
Mari Sekine: músico
Azusa Yamada: músico
Naoki Yamamoto: músico
Jun Isobe: músico
Shinichi Watabe: dança
Sugako Hirota: dança
Asuka Itagaki: dança
Jun Wakabayashi: dança
Kae Egawa: dança
Takako Hasegawa: dança
Toyo Matsubara: dança
Yumi Wada: dança
Kohtaro Yokozawa: VJ
sato han: músico
Yoshihiro Shimomura: dança