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	<title>FMM Sines - Festival Músicas do Mundo - World Music</title>
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	<description>Música com espírito de aventura</description>
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		<title>Colaborações intercontinentais em destaque no FMM Sines 2012</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 09:11:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fmm</dc:creator>
				<category><![CDATA[Anúncio]]></category>
		<category><![CDATA[Amp Fiddler]]></category>
		<category><![CDATA[Dead Combo]]></category>
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		<category><![CDATA[Kouyaté-Neerman]]></category>
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		<category><![CDATA[Ty]]></category>
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		<description><![CDATA[A 14.ª edição do FMM Sines – Festival Músicas do Mundo, a realizar em Sines em julho, é marcada por vários projetos de colaboração entre músicos de continentes diferentes. Entre eles estão as novas confirmações do programa: a estreia dos portugueses Dead Combo ao vivo com o americano Marc Ribot, o projeto Zita Swoon Group, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>A 14.ª edição do FMM Sines – Festival Músicas do Mundo, a realizar em Sines em julho, é marcada por vários projetos de colaboração entre músicos de continentes diferentes. Entre eles estão as novas confirmações do programa: a estreia dos portugueses Dead Combo ao vivo com o americano Marc Ribot, o projeto Zita Swoon Group, do belga Stef Kamil Carlens com dois griots do Burkina Faso, a parceria entre a orquestra suíça Imperial Tiger Orchestra e a cantora etíope Hamelmal Abaté, a dupla franco-maliana Kouyaté-Neerman e o encontro de duas grandes cidades musicais do mundo, Detroit (EUA) e Lagos (Nigéria), através do baterista Tony Allen.</p>
<p><strong><span style="color: #888888;">21 DE JULHO:</span> DEAD COMBO feat. MARC RIBOT (Portugal / EUA)<br />
</strong></p>
<p><strong><a href="http://fmm.com.pt/wp-content/uploads/2012/05/p_deadcombo2.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-205" title="p_deadcombo2" src="http://fmm.com.pt/wp-content/uploads/2012/05/p_deadcombo2.jpg" alt="Dead Combo feat. Marc Ribot" width="280" height="198" /></a></strong></p>
<p>O FMM Sines 2012 recebe o primeiro concerto do duo português Dead Combo com o guitarrista americano Marc Ribot, uma das suas referências estéticas. Formados em 2003, os Dead Combo (Tó Trips e Pedro Gonçalves) são um dos melhores projetos musicais portugueses da última década, com cinco discos amados pelo público e reconhecidos pela crítica em Portugal e fora de portas. “Lisboa Mulata”, o álbum de 2011 centrado na identidade multicultural da capital portuguesa, teve a colaboração de Marc Ribot em algumas das suas faixas, mas essa colaboração foi feita à distância, utilizando as novas tecnologias. Aproveitando a presença do músico americano em Sines, para um concerto no mesmo dia com o seu projeto Los Cubanos Postizos, é possível juntá-los pela primeira vez ao vivo.</p>
<p><span style="color: #888888;">Foto de Marc Ribot: Barbara Rigon</span></p>
<p><strong><span style="color: #888888;">21 DE JULHO:</span> IMPERIAL TIGER ORCHESTRA &amp; HAMELMAL ABATÉ (Suíça / Etiópia)</strong></p>
<p><a href="http://fmm.com.pt/wp-content/uploads/2012/05/p_ito.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-199" title="p_ito" src="http://fmm.com.pt/wp-content/uploads/2012/05/p_ito.jpg" alt="Imperial Tiger Orchestra &amp; Hamelmal Abaté" width="280" height="186" /></a>A Imperial Tiger Orchestra é uma orquestra de jovens músicos suíços inspirada na série “Éthiopiques”, que revelou ao público ocidental a riqueza da música popular etíope feita nos anos 1960 e 1970. Raphaël Anker, trompetista de Genebra, foi o mentor do projeto, acompanhado por um conjunto de instrumentistas vindos do free jazz, do prog rock, da soul e do funk. A orquestra recria o repertório da era dourada da música etíope, mas igualmente das ricas décadas de 1980 e 1990. Em Sines, a orquestra, uma estrutura exuberante com músicos, bailarinos e instrumentos etíopes e ocidentais, tem a participação da cantora Hamelmal Abaté, uma das maiores estrelas da música etíope, com oito discos gravados e uma carreira feita no seu país e nos EUA. O disco “Mercato”, gravado pela orquestra em 2011, é a base do repertório.</p>
<p><a href="http://fmm.com.pt/wp-content/uploads/2012/05/p_KN.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-200" title="p_KN" src="http://fmm.com.pt/wp-content/uploads/2012/05/p_KN.jpg" alt="Kouyaté-Neerman" width="195" height="260" /></a></p>
<p><strong><span style="color: #888888;">27 DE JULHO:</span> KOUYATÉ-NEERMAN (França / Mali)</strong></p>
<p>O projeto Kouyaté-Neerman cria música nova nas fronteiras entre o jazz, o rock alternativo e a música tradicional. No balafon oeste-africano temos Lansiné Kouyaté, griot maliano residente em Paris. No vibrafone temos David Neerman, francês com formação clássica em piano e percussões. Juntos há oito anos, procuraram deste o início desenvolver uma estética em que, mais do que procurar raízes comuns, a prioridade é inventar novos territórios. Depois da estreia em disco com “Kangaba” (2008), acabam de lançar “Skyscrapers &amp; Deities”, um álbum em que as suas culturas principais são estruturantes, mas onde há influências de rock, música de cinema, dub e música etíope. A secção rítmica é constituída por Antoine Simoni (baixo) e David Aknin (bateria).</p>
<p><span style="color: #888888;">Foto: Denis Rouvre</span></p>
<p><strong><span style="color: #888888;">27 DE JULHO:</span> ZITA SWOON GROUP (Bélgica / Burkina Faso)</strong></p>
<p><a href="http://fmm.com.pt/wp-content/uploads/2012/05/p_zitaswoon1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-211" title="p_zitaswoon" src="http://fmm.com.pt/wp-content/uploads/2012/05/p_zitaswoon1.jpg" alt="Zita Swoon Group" width="280" height="187" /></a>O projeto mais recente do Zita Swoon Group junta o músico belga Stef Kamil Carlens (ex-dEUS) aos griots Awa Démé (cantora) e Mamadou Diabaté Kibié (balafon), oriundos do Burkina Faso. Depois de um período de permanência e trabalho conjunto naquele país africano, o encontro resultou na gravação do disco “Wait for Me”, com edição Crammed, um dos discos de 2012 na área do cruzamento de culturas. As canções, com a simplicidade estrutural de canções pop, tratam de aspetos da experiência da vida em África e são cantadas pela voz de Awa, na língua mandinga Dioula, e em inglês, pela voz de Stef, que traduz, comenta e acrescenta. A paleta instrumental oferece cores de África e de blues colhidas em guitarras, balafon, harmónica, banjo, órgão, bateria e outras percussões.</p>
<p><strong><span style="color: #888888;">28 DE JULHO:</span> TONY ALLEN’S “BLACK SERIES” FEAT. AMP FIDDLER &amp; TY (Nigéria / EUA / Reino Unido)</strong></p>
<p><a href="http://fmm.com.pt/wp-content/uploads/2012/05/p_tonyallen.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-202" title="p_tonyallen" src="http://fmm.com.pt/wp-content/uploads/2012/05/p_tonyallen.jpg" alt="Tony Allen" width="280" height="187" /></a>“Black Series” é um projeto entre duas cidades: Detroit (EUA), um dos centros essenciais da soul e da música negra em geral, e Lagos (Nigéria), berço do Afrobeat. O seu mentor é um dos génios rítmicos da música mundial, o baterista nigeriano Tony Allen, braço funk de Fela Kuti durante a revolução Afrobeat e, na sua carreira a solo, um exemplo de longevidade na criatividade. O representante de Detroit é Amp Fiddler, teclista e cantor cujo talento já ajudou a brilhar gente tão importante quanto Prince, Maxwell e George Clinton, este último nas teclas dos Parliament-Funkadelic durante uma década. No palco de Sines serão acompanhados pelo londrino Ty, um dos mais importantes rappers britânicos da atualidade, pelo baixista Cesar Anot, pelo guitarrista Oghene Kologbo e pela voz de Audrey Gbaguidi.</p>
<p><span style="color: #888888;">Foto: Mokhtar Gordon / Shot at Banlieues Bleues</span></p>
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		<title>Cores da música portuguesa no FMM Sines 2012</title>
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		<pubDate>Fri, 04 May 2012 14:11:59 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Anúncio]]></category>
		<category><![CDATA[Amélia Muge & Michales Loukovikas Periplus]]></category>
		<category><![CDATA[Couple Coffee]]></category>
		<category><![CDATA[Diabo a Sete]]></category>
		<category><![CDATA[Orquestra Todos]]></category>
		<category><![CDATA[Osso Vaidoso]]></category>
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		<description><![CDATA[As primeiras confirmações portuguesas da 14.ª edição do FMM Sines – Festival Músicas do Mundo são a colaboração luso-grega de Amélia Muge e Michales Loukovikas, o duo rock Osso Vaidoso, o charme luso-brasileiro de Couple Coffee, a folk explosiva dos grupos Uxu Kalhus e Diabo a Sete e o projeto lisboeta de cruzamento de culturas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>As primeiras confirmações portuguesas da 14.ª edição do FMM Sines – Festival Músicas do Mundo são a colaboração luso-grega de Amélia Muge e Michales Loukovikas, o duo rock Osso Vaidoso, o charme luso-brasileiro de Couple Coffee, a folk explosiva dos grupos Uxu Kalhus e Diabo a Sete e o projeto lisboeta de cruzamento de culturas Orquestra Todos.</p>
<p><strong>AMÉLIA MUGE &amp; MICHALES LOUKOVIKAS “PERIPLUS” (PORTUGAL / GRÉCIA)</strong></p>
<p><a href="http://fmm.com.pt/wp-content/uploads/2012/05/p_amelia_loukovikas.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-186" title="p_amelia_loukovikas" src="http://fmm.com.pt/wp-content/uploads/2012/05/p_amelia_loukovikas.jpg" alt="Amélia Muge &amp; Michales Loukovikas" width="230" height="153" /></a>Amélia Muge, uma das grandes vozes e criadoras da música portuguesa, apresenta-se no FMM Sines 2012 com o projeto “Periplus – Deambulações Luso-gregas”, baseado no disco de 2012 com o mesmo nome realizado em parceria com o músico grego Michales Loukovikas. “Periplus” é uma viagem em torno das músicas e das poesias portuguesa, grega, mediterrânica e de povos de outras paragens com ligações históricas à cultura dos seus intervenientes. Em palco, Amélia e Michales terão a companhia de Nikos Paraoulakis (ney, viola), Miguel Tapadas (piano), António Quintino (contrabaixo), Manuel Maio (violino, bandolim), José Salgueiro (percussão) e Catarina Anacleto (violoncelo).</p>
<p><strong>OSSO VAIDOSO (PORTUGAL)</strong></p>
<p><a href="http://fmm.com.pt/wp-content/uploads/2012/05/p_ossovaidoso.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-187" title="p_ossovaidoso" src="http://fmm.com.pt/wp-content/uploads/2012/05/p_ossovaidoso.jpg" alt="Osso Vaidoso" width="196" height="230" /></a>Osso Vaidoso junta Ana Deus na voz, Alexandre Soares nas guitarras e ambos nas composições. O rock português dos anos 80 e 90 foi onde os conhecemos primeiro: Ana nos Ban e depois nos Três Tristes Tigres e Alexandre nos GNR e depois também nos Tigres. Voltam a juntar-se em Osso Vaidoso, uma relação (essencialmente) a dois de que resultou “Animal”, um dos discos com melhor receção pela crítica em 2011. A canção, enquanto forma estética que vive da combinação de um poema, uma interpretação e um universo sonoro, é o território, quase sempre trabalhado com ferramentas minimalistas, em que os dois músicos se movem.</p>
<p><strong>COUPLE COFFEE (PORTUGAL / BRASIL)</strong></p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-188" title="p_couple" src="http://fmm.com.pt/wp-content/uploads/2012/05/p_couple.jpg" alt="Couple Coffee" width="230" height="171" /></p>
<p>Formado por dois músicos brasileiros a viver em Portugal, a cantora Luanda Cozetti e o baixista Norton Daiello, o projeto Couple Coffee tem vindo a enriquecer o panorama musical português com recriações de clássicos da música popular portuguesa, reapresentações do cancioneiro brasileiro e repertório novo. Estrearam-se em disco na formação de duo, com “Puro”, em 2005. Em formato de banda gravaram José Afonso (“Co’as Tamanquinhas do Zeca”, 2007), “Young and Lovely: 50 Anos de Bossa Nova” (2008) e originais seus e de autores convidados portugueses e brasileiros (“Quarto Grão”, 2010). O FMM recebe-os em quarteto, com a companhia de Ruca Rebordão na percussão e José Peixoto na guitarra.</p>
<p><strong>UXU KALHUS (PORTUGAL)</strong></p>
<p><a href="http://fmm.com.pt/wp-content/uploads/2012/05/p_uxukalhus.jpg"><img class="size-full wp-image-189 alignleft" title="p_uxukalhus" src="http://fmm.com.pt/wp-content/uploads/2012/05/p_uxukalhus.jpg" alt="Uxu Kalhus" width="173" height="230" /></a>O grupo Uxu Kalhus nasceu em 2000 com o objetivo inicial de divulgar a música e as danças portuguesas. Identifica-se na área da folk, mas as suas fusões, com um universo de músicas tradicionais e não só, são cada vez mais livres e surpreendentes. O seu primeiro disco, “A Revolta dos Badalos”, foi lançado em 2006, e o segundo, “Transumâncias Groove”, em 2009. Atuaram mais de 600 vezes em formato de bailes e concertos no país e no estrangeiro. Lançaram em 2012 o seu terceiro disco, “Extravagante”. A formação que vem a Sines é composta por Joana Margaça (voz), Paulo Pereira (sopros), André Lourenço (teclas), Tó Zé (guitarras), Eddy Slap (baixo) e Luís Salgado (bateria).</p>
<p><strong>ORQUESTRA TODOS (PORTUGAL)</strong></p>
<p><a href="http://fmm.com.pt/wp-content/uploads/2012/05/p_orquestratodos.jpg"><img class="size-full wp-image-190 alignright" title="p_orquestratodos" src="http://fmm.com.pt/wp-content/uploads/2012/05/p_orquestratodos.jpg" alt="Orquestra Todos" width="230" height="142" /></a>Nascida em Lisboa, em 2011, a Orquestra Todos junta músicos de todas as origens com o objetivo de inventar música nova. O alinhamento é composto por 14 músicos, portugueses e imigrantes, com mais de 10 países representados. O maestro é o italiano Mario Tronco, responsável por levantar em Roma a Orchestra di Piazza Vittorio, cujo conceito e concertos no Largo do Intendente, no contexto do Festival Todos – Caminhada de Culturas, inspiraram a criação deste projeto. A Orquestra Todos é hoje uma produção daquele festival e uma iniciativa da Academia de Produtores Culturais. Tem o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian e da Câmara Municipal de Lisboa (GLEM &#8211; Gabinete Encruzilhada de Mundos).</p>
<p><strong>DIABO A SETE (PORTUGAL)</strong></p>
<p><a href="http://fmm.com.pt/wp-content/uploads/2012/05/p_diabosete.jpg"><img class="size-full wp-image-191 alignleft" title="p_diabosete" src="http://fmm.com.pt/wp-content/uploads/2012/05/p_diabosete.jpg" alt="" width="154" height="230" /></a>Septeto de músicos com origens diversas, Diabo a Sete faz folk potente onde o muito antigo e o muito moderno se conjugam. Nascido em Coimbra em 2003, estreou-se em disco em 2007, com “Parainfernália”. “TarAra”, o álbum que trazem a Sines, é um dos melhores de 2011 em Portugal e a subida a um ponto de vista mais progressivo e arrojado, centrado quase em exclusivo na produção de originais. O alinhamento é constituído por Celso Bento (flautas e gaita de foles), Eduardo Murta (baixo elétrico), Hugo Natal da Luz (percussões), Julieta Silva (voz, sanfona, concertina), Luísa Correia (guitarra acústica), Miguel Cardina (bateria) e Pedro Damasceno (cavaquinho, bandolim, concertina e flautas).</p>
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		<title>Otis Taylor, Socalled, Lotfi Bouchnak e L’Enfance Rouge confirmados no FMM Sines 2012</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Apr 2012 10:23:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fmm</dc:creator>
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		<category><![CDATA[L'Enfance Rouge & Lofti Bouchnak]]></category>
		<category><![CDATA[Otis Taylor Band]]></category>
		<category><![CDATA[Socalled]]></category>

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		<description><![CDATA[O americano Otis Taylor é um dos mais premiados cantores e criadores de blues da última década. Socalled é um artista canadiano transgressor com ligações aos universos do hip-hop e da música judaica. O projeto L’Enfance Rouge &#38; Lotfi Bouchnak junta um dos maiores cantores do mundo árabe a uma das principais bandas do rock [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>O americano Otis Taylor é um dos mais premiados cantores e criadores de blues da última década. Socalled é um artista canadiano transgressor com ligações aos universos do hip-hop e da música judaica. O projeto L’Enfance Rouge &amp; Lotfi Bouchnak junta um dos maiores cantores do mundo árabe a uma das principais bandas do rock progressivo europeu. Estão confirmados no 14.º FMM Sines – Festival Músicas do Mundo, que decorre em Sines, no final de julho.</p>
<p><strong>OTIS TAYLOR BAND (EUA)</strong></p>
<p><a href="http://fmm.com.pt/wp-content/uploads/2012/04/p_otis_taylor1.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-180" title="p_otis_taylor1" src="http://fmm.com.pt/wp-content/uploads/2012/04/p_otis_taylor1.jpg" alt="Otis Taylor Band" width="250" height="250" /></a>Nascido em Chicago em 1948, o “bluesman” Otis Taylor é praticante de um estilo de blues criado por si, o “trance-blues”, onde a crueza da canção negra americana se cruza com o rock psicadélico e o jazz e ganha uma componente não menos genuína mas mais hipnótica em palco.</p>
<p>Cantor, guitarrista, banjista e tocador de harmónica, Otis Taylor é também um criador de canções, bebendo, nas histórias, principalmente na riqueza da experiência histórica dos afroamericanos.</p>
<p>A sua carreira teve um interregno entre 1977 e 1995, mas desde que se dedicou por completo à música a sua produção discográfica tem sido impressionante, ao ritmo de quase um álbum por ano desde a estreia, em 1997, com “Blue Eyed Monster”.</p>
<p>“White African” (2001) foi o disco que o estabeleceu na cena blues norte-americana, acumulando a partir de aí prémios e nomeações para prémios, incluindo o mais prestigiado do género, o prémio W. C. Handy, e várias distinções da revista DownBeat. Em 2004, foi considerado o melhor “entertainer” de blues do ano pelos leitores da revista Living Blues, ex-aequo com a lendária Etta James.</p>
<p>“Contraband”, o seu 12.º álbum, lançado em fevereiro de 2012, é mais um testemunho dos blues como força contra a violência e como género capaz de se reinventar sem perder os princípios.</p>
<p>A Otis Taylor Band faz a sua estreia em Portugal no FMM Sines.</p>
<p><strong>SOCALLED (CANADÁ)</strong></p>
<p><a href="http://fmm.com.pt/wp-content/uploads/2012/04/p_socalled.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-171" title="p_socalled" src="http://fmm.com.pt/wp-content/uploads/2012/04/p_socalled.jpg" alt="Socalled" width="222" height="333" /></a>O artista canadiano Socalled (Josh Dolgin) não podia ser mais diversificado e inclassificável. A sua lista de ocupações criativas inclui pianista, acordeonista, produtor, compositor, arranjador, rapper, cantor, jornalista, fotógrafo, cineasta, mágico, cartoonista e construtor de fantoches.</p>
<p>Com formação clássica de piano, começou muito cedo a interessar-se pelo jazz e depois pelo hip-hop, um género que considera universal devido à elasticidade com que se funde com músicas de todas as origens e tradições.</p>
<p>A descoberta da sua voz aconteceu precisamente quando começou a misturar o rap com as músicas dos seus antepassados judeus.</p>
<p>Hoje, ele que trabalhou com um dos mestres do revivalismo klezmer, o clarinetista David Krakauer, situa-se neste território hebraico urbano, mas a sua música transpõe outros horizontes.</p>
<p>Colaborador prolífico com outros artistas e noutros projetos, tem quatro discos em nome próprio: “HiphopKhasene” (2003), “The So Called Seder” (2005), “Ghettoblaster” (2007) e “SleepOver” (2011).</p>
<p>A sua vinda a Sines representa, como no caso de Otis Taylor, uma estreia absoluta em Portugal.</p>
<p><span style="color: #888888;">Foto (c) SPG LePigeon studiospg.com</span></p>
<p><strong>L’ENFANCE ROUGE &amp; LOTFI BOUCHNAK (FRANÇA / ITÁLIA / TUNÍSIA)</strong></p>
<p><a href="http://fmm.com.pt/wp-content/uploads/2012/04/p_lofti_enfance.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-172" title="p_lofti_enfance" src="http://fmm.com.pt/wp-content/uploads/2012/04/p_lofti_enfance.jpg" alt="L'Enfance Rouge &amp; Lofti Bouchnak" width="250" height="292" /></a>O projeto «At-tufuula al-hamra’» nasceu da iniciativa do cantor tunisino Lotfi Bouchnak, quando viu a banda franco-italiana L’Enfance Rouge a atuar na televisão Al Jazeera e ouviu o seu álbum de fusão rock / música árabe “Trapani-Halq al Waady”(2008).</p>
<p>Lotfi Bouchnak é um dos maiores, se não o maior cantor árabe vivo. Nasceu em 1952 e foi criado na medina de Tunis entre músicos de rua, encantadores de serpentes e cafés cantantes. Além do “malouf” tunisino, estilo musical com raízes andaluzas, domina a música de todo o mundo árabe como cantor, alaudista e compositor.</p>
<p>Com François Cambuzat (voz e guitarra), Chiara Locardi (voz e baixo) e Jacopo Andreini (bateria), L’Enfance Rouge é, desde 1995, um dos mais aclamados grupos de rock progressivo da Europa.</p>
<p>Presente já uma vez no FMM Sines, em 2009, a sua música tem uma componente política assumida e um interesse especial pelas relações Norte-Sul, sobretudo as relações entre as duas margens do Mediterrâneo (Europa e Norte de África).</p>
<p>O projeto com Lotfi Bouchnak vai ser apresentado pela primeira vez em Portugal no palco de Sines.</p>
<p><strong>VÍDEOS</strong></p>
<p><object width="350" height="208" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/HiBybmVYOyg?version=3&amp;hl=pt_PT&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="350" height="208" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/HiBybmVYOyg?version=3&amp;hl=pt_PT&amp;rel=0" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/17700747?title=0&amp;byline=0&amp;portrait=0" frameborder="0" width="351" height="193"></iframe></p>
<p><a href="http://vimeo.com/17700747">SoCalled // You Are Never Alone</a> from <a href="http://vimeo.com/antlerdirectors">ANTLER FILMS DIRECTORS</a> on <a href="http://vimeo.com">Vimeo</a>.</p>
<p><object width="350" height="208" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/CmHyjlmz_B4?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="350" height="208" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/CmHyjlmz_B4?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
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		<title>Marc Ribot, Astillero e Dhafer Youssef confirmados no FMM Sines 2012</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Apr 2012 18:06:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fmm</dc:creator>
				<category><![CDATA[Anúncio]]></category>
		<category><![CDATA[Astillero]]></category>
		<category><![CDATA[Dhafer Youssef Quartet]]></category>
		<category><![CDATA[Marc Ribot y Los Cubanos Postizos]]></category>

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		<description><![CDATA[O americano Marc Ribot, um dos grandes guitarristas contemporâneos, traz a Sines o seu projeto mais emblemático, “Los Cubanos Postizos”. Astillero é uma das orquestras mais inovadoras do tango argentino atual. Dhafer Youssef cruza a tradição musical da Tunísia com o jazz europeu. Estão confirmados no programa do 14.º FMM Sines – Festival Músicas do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>O americano Marc Ribot, um dos grandes guitarristas contemporâneos, traz a Sines o seu projeto mais emblemático, “Los Cubanos Postizos”. Astillero é uma das orquestras mais inovadoras do tango argentino atual. Dhafer Youssef cruza a tradição musical da Tunísia com o jazz europeu. Estão confirmados no programa do 14.º FMM Sines – Festival Músicas do Mundo, que decorre em Sines, no final de julho.</p>
<p><strong>MARC RIBOT Y LOS CUBANOS POSTIZOS (EUA)</strong></p>
<p><a href="http://fmm.com.pt/wp-content/uploads/2012/04/p_marc_ribot2.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-130" title="p_marc_ribot" src="http://fmm.com.pt/wp-content/uploads/2012/04/p_marc_ribot2.jpg" alt="Marc Ribot" width="222" height="333" /></a>O norte-americano Marc Ribot é um dos maiores guitarristas do mundo. Depois de uma presença em Sines em 2005, volta ao FMM para apresentar um dos projetos mais bem-sucedidos da sua carreira, “Los Cubanos Postizos”, criado em 1998 com a edição do disco do mesmo nome, e recentemente refundado.</p>
<p>Na sua encarnação original, Marc Ribot Y Los Cubanos Postizos era um espetáculo criado em torno de arranjos do líder de orquestra cubano Arsenio Rodriguez, inovador do “son montuno”. Nesta nova vida do projeto, os Postizos vão além de Cuba e assimilam influências de todas as Américas.</p>
<p>Com 25 anos de carreira e 19 discos gravados (o último dos quais, “Silent Movies”, em 2010), Ribot tem a sua base na cena “underground” nova-iorquina mas uma atenção permanente à música que se faz em todo os géneros e em todas as partes do mundo. Deixou a sua marca numa das obras-primas de Tom Waits, “Rain Dogs” (1985), e tem colaborado com alguns dos melhores artistas do nosso tempo, como Robert Plant, Alison Krauss, Elvis Costello, John Zorn e Cyro Baptista.</p>
<p>Os “Cubanos Postizos” que o acompanham a Sines são os norte-americanos Anthony Coleman (piano), Brad Jones (baixo) e EJ Rodriguez (bateria e percussões) e o cubano Horacio &#8220;El Negro&#8221; Hernandez, um dos bateristas afro-cubanos mais reconhecidos e que mais contribuiu para aprofundar a relação entre o jazz, o rock e música daquela ilha.</p>
<p><span style="color: #888888;">Foto (c) Barbara Rigon </span></p>
<p><strong>ASTILLERO (ARGENTINA)</strong></p>
<p><a href="http://fmm.com.pt/wp-content/uploads/2012/04/p_astillero1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-131" title="p_astillero" src="http://fmm.com.pt/wp-content/uploads/2012/04/p_astillero1.jpg" alt="Astillero" width="300" height="200" /></a>Formado em 2005, Astillero é um dos agrupamentos mais importantes do tango de vanguarda, encabeçando o movimento “tango de rutura”.</p>
<p>Com sólido conhecimento da tradição, assume como princípio apenas interpretar repertório novo, descomplexadamente complexo, onde o tango se cruza com o jazz, a música experimental contemporânea e uma crueza no modo de expressão que podemos associar ao rock.</p>
<p>O seu ponto de vista sobre o tango é jovem e urbano, procurando transmitir, através de instrumentos acústicos, os movimentos da vida quotidiana e a experiência vertiginosa de viver na Buenos Aires do século XXI, a segunda maior área metropolitana da América do Sul.</p>
<p>Referência do novo tango, o pianista Julián Peralta, fundador da Orquesta Típica Fernández Fierro, presente no FMM Sines 2009, é o líder e compositor do grupo, responsável pelo papel central que o ritmo ocupa na sua estética.</p>
<p>Além de Julián Peralta, a formação de Astillero é composta por Miguel Suárez (voz), Martijn van der Linden (violino), Luciano Falcón (violoncelo), Daniel Ruggiero (bandoneón), Mariano González Calo (bandoneón) e Federico Maiocchi (contrabaixo).</p>
<p>Aos dois discos já gravados – “Tango de Astillero” (2006) e “Sin Descanso en Bratislava (Glosas Fuera de Tempo)” (2008) – deverá juntar-se em breve um terceiro.</p>
<p><strong>DHAFER YOUSSEF QUARTET (TUNÍSIA)</strong></p>
<p><a href="http://fmm.com.pt/wp-content/uploads/2012/04/p_dhafer.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-132" title="p_dhafer" src="http://fmm.com.pt/wp-content/uploads/2012/04/p_dhafer.jpg" alt="Dhafer Youssef" width="280" height="250" /></a>O projeto musical do tunisino Dhafer Youssef é uma síntese entre a tradição árabe, em especial na vertente mística sufi, e a cultura jazz europeia.</p>
<p>Nascido numa pequena cidade costeira da Tunísia, escolheu o alaúde (oud) como principal meio de expressão por considerá-lo o instrumento que mais autenticamente o liga à cultura árabe.</p>
<p>Muezzin numa mesquita durante algum tempo e cantor em casamentos, é também um vocalista de grande qualidade, contando-se os seus solos vocais entre os momentos mais memoráveis dos seus concertos.</p>
<p>Desde 1990, com a sua mudança para Viena e depois para Paris, este pano de fundo árabe foi ganhando cambiantes pela sua formação e vasta experiência e colaborações no jazz europeu.</p>
<p>Hoje, a sua música, meditativa e experimental, situa-se num lugar só seu onde convivem tradição magrebina, canções folclóricas norueguesas (o nu-jazz escandinavo é uma das suas principais influências) e explorações sonoras contemporâneas de várias naturezas.</p>
<p>Depois de experiências eletrónicas em anos anteriores, o quarteto que traz a Sines traduz na formação a preferência que tem vindo a mostrar recentemente pelo jazz acústico, sendo acompanhado ao piano pelo estónio Kristjan Randalu, no baixo pelo canadiano Chris Jennings e na bateria pelo holandês Chander Sardjoe.</p>
<p>Tem cinco discos gravados, o último dos quais, “Abu Nawas Rhapsody”, editado em 2010.</p>
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		<title>Gurrumul e Narasirato representam Oceania no FMM Sines 2012</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Apr 2012 18:04:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fmm</dc:creator>
				<category><![CDATA[Anúncio]]></category>
		<category><![CDATA[Gurrumul]]></category>
		<category><![CDATA[Narasirato]]></category>

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		<description><![CDATA[O cantautor Gurrumul foi considerado a voz mais importante da Austrália contemporânea pela revista Rolling Stone. O grupo Narasirato é o embaixador da música tradicional das Ilhas Salomão nos palcos do mundo. Estão confirmados no programa do 14.º FMM Sines – Festival Músicas do Mundo, que decorre em Sines, no final de julho. GURRUMUL (AUSTRÁLIA [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>O cantautor Gurrumul foi considerado a voz mais importante da Austrália contemporânea pela revista Rolling Stone. O grupo Narasirato é o embaixador da música tradicional das Ilhas Salomão nos palcos do mundo. Estão confirmados no programa do 14.º FMM Sines – Festival Músicas do Mundo, que decorre em Sines, no final de julho.<br />
<strong><br />
GURRUMUL (AUSTRÁLIA – CULTURA ABORÍGENE)</strong></p>
<p><a href="http://fmm.com.pt/wp-content/uploads/2012/04/p_gurrumul1.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-127" title="Gurrumul" src="http://fmm.com.pt/wp-content/uploads/2012/04/p_gurrumul1.jpg" alt="Gurrumul" width="270" height="270" /></a>O músico Geoffrey Gurrumul Yunupingu é o maior fenómeno da música australiana dos últimos anos. A revista Rolling Stone não hesitou em trazê-lo para a sua capa intitulando-o “a voz mais importante da Austrália” e o Sydney Morning Herald designou-o a maior voz que aquele país alguma vez gravou.</p>
<p>Cantor, guitarrista, pianista e autor, Gurrumul nasceu cego no seio do clã Gumatj, na ilha Elcho, junto à costa norte da Austrália.</p>
<p>De grande riqueza melódica, harmónica e emocional, a sua voz e as suas canções sobre a identidade aborígene comoveram o público australiano e internacional e conseguiram fazer de um artista de perfil “anti-celebridade” um artista capaz de vender meio milhão de discos em todo o mundo, como aconteceu com o seu álbum de estreia, “Gurrumul” (2008).</p>
<p>“Rrakala”, o seu segundo álbum, lançado em 2011, tem sido recebido com o mesmo entusiasmo pelo público e pela crítica.</p>
<p>É com orgulho que o FMM Sines anuncia que será no seu palco que Gurrumul dará o seu espetáculo de estreia em solo português.</p>
<p><span style="color: #888888;">Foto (c) Adrian Cook</span></p>
<p><strong>NARASIRATO (ILHAS SALOMÃO)</strong></p>
<p><a href="http://fmm.com.pt/wp-content/uploads/2012/04/p_narasirato1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-128" title="p_narasirato" src="http://fmm.com.pt/wp-content/uploads/2012/04/p_narasirato1.jpg" alt="Narasirato" width="320" height="219" /></a>O grupo Narasirato representa o melhor da música com ligações ao um modo de vida, uma tradição e uma paisagem.</p>
<p>A formação, iniciada em 1991 e reformada em 2008, é composta por um grupo de pescadores e agricultores originários do povo Are’are de Malaita, uma das mais de 1000 ilhas do diversificado arquipélago de Salomão, no Pacífico Sul.</p>
<p>As suas canções têm como temas a natureza e a memória dos antepassados, mas também preocupações contemporâneas, como a subida dos oceanos, consequência do aquecimento global, que está a pôr em causa a sobrevivência de muitas comunidades (por vezes países inteiros) no Pacífico.</p>
<p>As principais componentes da sua música são as flautas de bambu, várias percussões tradicionais e as harmonias vocais. Os instrumentos são, na sua maioria, fabricados à mão.</p>
<p>Em palco, cobertos por vestuário e pinturas corporais tradicionais, fazem música de grande poder rítmico e festivo capaz de pôr a dançar gente de todas as “tribos” estéticas (não foi por acaso que grandes festivais de rock europeus como Glastonbury e Roskilde os incluíram nos seus alinhamentos em 2011).</p>
<p>Depois do EP ao vivo “Tangio Tumas”, editado em 2011, lançam em breve “Warato’o”, o seu primeiro disco de longa duração.</p>
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		<title>FMM Sines, um dos melhores festivais internacionais de “world music” para a revista Songlines</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Apr 2012 18:03:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fmm</dc:creator>
				<category><![CDATA[Distinção]]></category>

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		<description><![CDATA[A revista britânica Songlines, publicação de referência na área da “world music”, escolheu o FMM Sines – Festival Músicas do Mundo como um dos melhores festivais internacionais do género em 2012. Depois de 2010 e 2011, é a terceira vez consecutiva que a Songlines integra o festival de Sines na sua escolha de 25 festivais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p><a href="http://fmm.com.pt/wp-content/uploads/2012/04/Songlines-Mag-web1.jpg"><img class="size-full wp-image-102 aligncenter" title="Songlines-Mag-web1" src="http://fmm.com.pt/wp-content/uploads/2012/04/Songlines-Mag-web1.jpg" alt="Songlines" width="300" height="113" /></a><br />
A revista britânica Songlines, publicação de referência na área da “world music”, escolheu o FMM Sines – Festival Músicas do Mundo como um dos melhores festivais internacionais do género em 2012.</p>
<p>Depois de 2010 e 2011, é a terceira vez consecutiva que a Songlines integra o festival de Sines na sua escolha de 25 festivais internacionais de “world music” realizados no mundo.</p>
<p>O FMM Sines é o único festival português e ibérico escolhido pela equipa editorial da revista e um entre apenas 12 festivais europeus fora do Reino Unido, que é objeto de uma seleção à parte.</p>
<p>Do festival de Essaouira, em Marrocos, ao WOMADelaide, na Austrália, passando pelo Rainforest World Music Festival, realizado na Malásia, a lista anunciada pela Songlines representa uma escolha alargada das maiores celebrações da diversidade musical do planeta realizadas nos cinco continentes.</p>
<p>Todos os festivais internacionais contemplados serão objeto de um perfil a publicar na edição de junho da revista.</p>
<p>Criado em 1999 e tendo como palco principal o Castelo medieval situado no coração da cidade, o FMM Sines afirmou-se na última década como o principal destino português para os amantes da “world music” e da liberdade no cruzamento entre géneros musicais (jazz, blues, reggae, rock, música clássica, etc.).</p>
<p>Organizado pela Câmara Municipal de Sines, é um festival de serviço público em que a qualidade da programação, desenhada com critérios estritamente artísticos, se alia a palcos montados em cenários de grande beleza e a um público aberto e disponível como poucos.</p>
<p>Nas 13 edições já realizadas, realizaram-se 262 concertos, boa parte deles de artistas e projetos em estreia absoluta em território nacional, assistidos por cerca de 580 mil espetadores.</p>
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		<title>Mari Boine e JuJu confirmados no FMM Sines 2012</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Apr 2012 18:02:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fmm</dc:creator>
				<category><![CDATA[Anúncio]]></category>
		<category><![CDATA[JuJu]]></category>
		<category><![CDATA[Mari Boine]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma das maiores figuras da folk europeia e um dos projetos de fusão mais interessantes da música atual enriquecem o programa do festival de referência da “world music” em Portugal. MARI BOINE (NORUEGA – POVO SAMI) Mari Boine é uma das cantautoras mais importantes da folk europeia das últimas três décadas. Nascida em 1956, numa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>Uma das maiores figuras da folk europeia e um dos projetos de fusão mais interessantes da música atual enriquecem o programa do festival de referência da “world music” em Portugal.</p>
<p><strong>MARI BOINE (NORUEGA – POVO SAMI)</strong></p>
<p><a href="http://fmm.com.pt/wp-content/uploads/2012/04/Mari-Boine-c-Carina-Musk-Andersen.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-124" title="Mari Boine (c) Carina Musk Andersen" src="http://fmm.com.pt/wp-content/uploads/2012/04/Mari-Boine-c-Carina-Musk-Andersen.jpg" alt="Mari Boine" width="280" height="210" /></a>Mari Boine é uma das cantautoras mais importantes da folk europeia das últimas três décadas.</p>
<p>Nascida em 1956, numa pequena aldeia da regiões árticas da Noruega, esta antiga professora estreia-se na música no início dos anos 80 com a motivação principal de divulgar a cultura dos Sami, povo nativo, de cultura animista pré-cristã, do norte da Escandinávia.</p>
<p>O seu álbum de estreia, “Jaskatvuo?a Manná”, é editado em 1985, mas é com “Gula Gula”, lançado em 1989, que se destaca nos panoramas musicais norueguês e internacional. A sua discografia conta atualmente com cerca de uma dezena de álbuns, o último dos quais “Sterna Paradisea”, lançado em 2009.</p>
<p>Cantora e percussionista, a música de Mari Boine é um cruzamento entre tradição Sami (em especial o estilo de canto “joik”), jazz, eletrónica e rock contemporâneo.</p>
<p>No FMM Sines, Mari Boine será acompanhada em palco por uma formação que acentua o lado mais “extrovertido” da sua música, com Kjetil Dalland (baixo), Ole Joern Myklebust (trompete), Roger Ludvigsen (guitarra e percussão) e Aage Gunnar Augland (bateria e percussão).</p>
<p><span style="color: #888888;">Foto (c) Carina Musk Andersen </span></p>
<p><strong>JUJU (GÂMBIA / REINO UNIDO)</strong></p>
<p><a href="http://fmm.com.pt/wp-content/uploads/2012/04/JuJu-©York-Tillyer.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-125" title="JuJu ©York Tillyer" src="http://fmm.com.pt/wp-content/uploads/2012/04/JuJu-©York-Tillyer.jpg" alt="JuJu" width="280" height="187" /></a>JuJu é um dos projetos mais importantes da música de fusão na atualidade.</p>
<p>O seu coração é a dupla formada por Juldeh Camara (Gâmbia), mestre do violino de uma corda “ritti” e vocalista poderoso, e Justin Adams (Reino Unido), guitarrista de Robert Plant e produtor dos Tinariwen, veterano dos cruzamentos do rock com a música africana.</p>
<p>O seu primeiro disco em conjunto, “Soul Science” (2007), que trouxeram ao FMM Sines em 2008, venceu o prémio de “world music” da BBC Radio 3 na categoria &#8220;Cruzamento de culturas&#8221;, e o segundo, “Tell No Lies” (2009), ganhou o prémio da mesma categoria dos Songlines Music Awards.</p>
<p>Em 2011, a banda reforçou-se na secção rítmica com Billy Fuller (baixo) e Dave Smith (bateria e percussões) e passou a dedicar-se a longas peças de música de transe onde confluem origens africanas, do jazz, do dub reggae e do rock psicadélico.</p>
<p>O disco que regista esta nova dimensão, mais hipnótica, da dupla Adams / Camara é “In Trance” (2011), aclamado pela crítica (publicações como o The Guardian ou a Songlines deram-lhe 5 estrelas em 5, por exemplo) e prenúncio de um dos concertos mais explosivos da edição de 2012 do festival.</p>
<p><span style="color: #888888;">Foto (c) York Tillyer</span></p>
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		<title>Fatoumata Diawara, Bombino e Jupiter confirmados no FMM Sines 2012</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Apr 2012 18:00:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fmm</dc:creator>
				<category><![CDATA[Anúncio]]></category>
		<category><![CDATA[Bombino]]></category>
		<category><![CDATA[Fatoumata Diawara]]></category>
		<category><![CDATA[Jupiter & Okwess International]]></category>

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		<description><![CDATA[A nova geração de África está em Sines, com Fatoumata Diawara, a jovem estrela da música do Mali, e o “bluesman” do deserto Bombino. Jupiter &#38; Okwess International representa uma das mais ricas e sofisticadas nações musicais do mundo, a República Democrática do Congo. FATOUMATA DIAWARA (MALI) A cantautora Fatoumata Diawara é a nova estrela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>A nova geração de África está em Sines, com Fatoumata Diawara, a jovem estrela da música do Mali, e o “bluesman” do deserto Bombino. Jupiter &amp; Okwess International representa uma das mais ricas e sofisticadas nações musicais do mundo, a República Democrática do Congo.</p>
<p><strong>FATOUMATA DIAWARA (MALI)</strong></p>
<p><a href="http://fmm.com.pt/wp-content/uploads/2012/04/p_fatoumata1.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-120" title="p_fatoumata" src="http://fmm.com.pt/wp-content/uploads/2012/04/p_fatoumata1.jpg" alt="Fatoumata Diawara" width="222" height="285" /></a>A cantautora Fatoumata Diawara é a nova estrela da música do Mali, na grande tradição de divas daquele país como Oumou Sangaré (que volta ao FMM Sines este ano, com o norte-americano Béla Fleck) e Rokia Traoré (que se estreou em Portugal também neste festival, em 2004).</p>
<p>Nascida em 1982, começa a sua carreira como atriz, primeiro no Mali, e depois em França, para onde emigra aos 20 anos. É durante as suas digressões teatrais que começa a cantar, ainda sem a pretensão de enveredar pela música como principal ocupação. Passado pouco tempo a atuar nos bares e clubes parisienses, viaja com Cheikh Tidiane Seck ao Mali, onde colabora no disco “Seya”, de Oumou Sangaré, e “Red Earth”, da cantora de jazz Dee Dee Bridgewater, vencedor de um Grammy.</p>
<p>De volta a França, integra o musical “Kirikou et Karaba”, compra uma guitarra e começa a aprender a tocar e a compor, bebendo da fonte inesgotável dos blues ancestrais da região de Wassoulou, entre outras influências.</p>
<p>O seu percurso de aprendizagem e amadurecimento culmina com a gravação do EP “Kanou” e do seu álbum de estreia, “Fatou”, editado em setembro de 2011 pela World Circuit, uma das editoras mais prestigiadas da “world music”.</p>
<p>A sua voz suave e a delicadeza acústica das suas composições colocam-na na linha da frente da música africana contemporânea e fazem dela uma das mais requisitadas artistas do continente na atualidade.</p>
<p><span style="color: #888888;">Foto (c) Phil Sharp</span></p>
<p><strong>BOMBINO (NÍGER – CULTURA TUAREGUE)</strong></p>
<p><a href="http://fmm.com.pt/wp-content/uploads/2012/04/p_bombino1.jpg"><img class="size-full wp-image-121 alignleft" title="p_bombino" src="http://fmm.com.pt/wp-content/uploads/2012/04/p_bombino1.jpg" alt="Bombino" width="320" height="213" /></a>Nascido em 1980 numa família de pastores nómadas tuaregues da região de Agadez, no Níger, Omara Moctar, mais conhecido como Bombino, é um dos mais importantes cantores, guitarristas e compositores do Sahara e do Sahel.</p>
<p>Agadez é uma das regiões mais pobres de África e, nas últimas duas décadas, tem estado no centro das lutas independentistas dos tuaregues. Nos anos 90, durante uma dessas rebeliões, a sua família exila-se na Argélia, onde Bombino aprende a tocar guitarra, influenciado por músicos como Ali Farka Touré, Jimi Hendrix, entre outros.</p>
<p>A sua carreira começa como cozinheiro e trovador, viajando com grupos de turistas que visitavam as dunas do deserto perto de Agadez. Em 1998, integra o grupo Tidawt e, em 2004, estreia-se em disco com “Agamgam”.</p>
<p>“Agadez”, o seu segundo disco, com edição Cumbancha, lançado em 2011, mostra um artista na plena posse das suas capacidades criativas e interpretativas. O seu som, entre os blues, o rock e a música tradicional tuaregue segue o caminho aberto por bandas como Tinariwen e Tartit (ambas já presentes em edições passadas do FMM) na divulgação da nova música do coração do deserto.</p>
<p><span style="color: #888888;">Foto (c) Ron Wyman</span></p>
<p><strong>JUPITER &amp; OKWESS INTERNATIONAL (R. D. CONGO)</strong></p>
<p><a href="http://fmm.com.pt/wp-content/uploads/2012/04/p_jupiter1.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-122" title="p_jupiter" src="http://fmm.com.pt/wp-content/uploads/2012/04/p_jupiter1.jpg" alt="" width="310" height="207" /></a>Depois de Konono n.º 1 (2005), Kasaï Allstars (2009), Staff Benda Bilili (2010) e Congotronics vs Rockers (2011), a presença de Jupiter &amp; Okwess International em Sines é mais um contributo do FMM para mostrar em Portugal a música popular, ao mesmo tempo fundada na tradição e profundamente moderna e experimental, da República Democrática do Congo.</p>
<p>Jupiter Bokondji nasceu em Kinshasa, há 50 anos, numa família de “griots” da região de Mongo, e desde cedo acompanhou a avó, curandeira tradicional, tocando percussões em funerais e casamentos.</p>
<p>Em adolescente, passa algum tempo em Berlim-Leste, onde o seu pai trabalhava no corpo diplomático. Nessa cidade descobre a música ocidental e forma uma primeira banda onde junta as percussões Mongo a guitarras de rock.</p>
<p>Quando, aos 20 anos, volta a Kinshasa, ganha a vida como músico em funerais e em várias orquestras locais, ao mesmo tempo que viaja pelo seu país à procura de novos sons. A pouco e pouco, constrói o estilo musical a que chamou “Bofenia Rock”, cruzamento entre o tribal e ancestral e o urbano e cosmopolita.</p>
<p>Em 2004, conhece os cineastas franceses Renaud Barret e Florent de la Tullaye, os mesmos que descobriram os Staff Benda Bilili. Renaud e Florent registam as aventuras musicais de Jupiter no filme documentário “The Dance of Jupiter” (2007) e tornam-no conhecido em todo o mundo.</p>
<p>O seu primeiro disco com edição internacional, “Hotel Univers”, totalmente elétrico, será lançado em março de 2012.</p>
<p>Apresenta-se no FMM Sines com a orquestra Okwess International, composta por músicos de 11 províncias diferentes do Congo.</p>
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		<title>Hugh Masekela, Béla Fleck e Oumou Sangaré no FMM Sines 2012</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Apr 2012 17:58:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fmm</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Béla Fleck]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma lenda sul-africana, o músico que deu novos horizontes ao banjo e uma das mais importantes cantautoras de África confirmados na edição de 2012 do maior evento português de “world music”. O primeiro conjunto de confirmações da 14.ª edição do FMM Sines – Festival Músicas do Mundo é composto por três dos melhores representantes da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p><strong>Uma lenda sul-africana, o músico que deu novos horizontes ao banjo e uma das mais importantes cantautoras de África confirmados na edição de 2012 do maior evento português de “world music”.</strong></p>
<p><a href="http://fmm.com.pt/wp-content/uploads/2012/04/p_bela.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-115" title="p_bela" src="http://fmm.com.pt/wp-content/uploads/2012/04/p_bela.jpg" alt="Béla Fleck" width="200" height="275" /></a></p>
<p>O primeiro conjunto de confirmações da 14.ª edição do FMM Sines – Festival Músicas do Mundo é composto por três dos melhores representantes da música mundial com raízes na tradição.</p>
<p>O norte-americano <strong>Béla Fleck</strong> é considerado o melhor e mais inovador tocador de banjo da atualidade. Nascido em Nova Iorque em 1958, já aventurou o banjo em composições que vão do bluegrass à pop instrumental, ao jazz e à música clássica, com a sua banda The Flecktones ou em colaborações com músicos dos géneros mais variados. Ganhou 14 Grammys e foi nomeado para 30, sendo o artista nomeado para mais categorias diferentes na história deste prémio.</p>
<p>Uma das mais celebradas e internacionais cantoras e compositoras africanas, <strong>Oumou Sangaré</strong> é originária da região do Wassoulou, no sul do Mali. “Mulheres” (“Moussolou”), o título do seu primeiro disco a solo, gravado em 1989, foi um clássico instantâneo da música africana e um corajoso manifesto pelos direitos femininos, fio de continuidade em todo o seu trabalho, que já inclui a gravação de cinco discos a solo, o mais recente dos quais “Seya”, em 2009, nomeado para um Grammy. Vencedora do prémio de música da UNESCO em 2001, esteve presente no FMM Sines 2007, onde deu um dos concertos mais elogiados da 9.ª edição do festival.</p>
<p><a href="http://fmm.com.pt/wp-content/uploads/2012/04/p_oumou.jpg"><img class="size-full wp-image-116 alignleft" title="p_oumou" src="http://fmm.com.pt/wp-content/uploads/2012/04/p_oumou.jpg" alt="Oumou Sangaré" width="222" height="216" /></a>Béla Fleck e Oumou Sangaré apresentam-se no palco do FMM Sines num projeto conjunto. A parceria entre os dois músicos teve início em 2005, quando Béla Fleck levou o banjo de volta às suas origens africanas e colaborou com alguns dos melhores músicos do continente. Dessa experiência resultou o documentário multipremiado &#8220;Throw Down Your Heart&#8221;, vários discos e o projeto ao vivo que faz a sua estreia em Portugal no FMM.</p>
<p>Um dos discos resultantes desta colaboração de Béla Fleck com músicos africanos, &#8220;Throw Down Your Heart, Africa Sessions Part 2&#8243;, com a participação de Oumou Sangaré, ganhou o Grammy para melhor álbum contemporâneo de “world music” em 2011.</p>
<p><strong>UM GIGANTE AFRICANO EM SINES</strong></p>
<p><a href="http://fmm.com.pt/wp-content/uploads/2012/04/p_masekela.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-117" title="p_masekela" src="http://fmm.com.pt/wp-content/uploads/2012/04/p_masekela.jpg" alt="Hugh Masekela" width="200" height="300" /></a>O trompetista, cantor e compositor <strong>Hugh Masekela</strong> é um dos nomes históricos da música sul-africana, a par de lendas como Miriam Makeba e Ladysmith Black Mambazo.</p>
<p>Na sua música cruzam-se, entre outras, as tradições africanas e afro-americanas, sendo especialmente marcantes no seu som o jazz bebop, o afrobeat e o funk.</p>
<p>Exilado durante anos devido ao apartheid, a sua canção “Bring Him Back Home”, um apelo à libertação de Nelson Mandela, é um dos hinos da África do Sul moderna.</p>
<p>Ganhou dois Grammys, o primeiro pelo single “Grazing in the Grass”, no final dos anos 60, e o segundo, em conjunto com Mboneni Ngema, pelo disco “Sarafina”, em 1987.</p>
<p>Admirado por artistas e milhões de apreciadores de música de todo o mundo, recebeu o prémio Womex 2011, uma homenagem a uma carreira ímpar onde se junta excelência musical, relevo social e impacto político.</p>
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