Lee ‘Scratch’ Perry (Jamaica)

O grande visionário da música jamaicana.

Castelo | 25 de Julho | 00h30

Lee 'Scratch' Perry

Lee 'Scratch' Perry

Incluído na lista dos 100 maiores artistas de sempre publicada na revista Rolling Stone em 2004, Lee ‘Scratch’ Perry teve um contributo para o desenvolvimento do reggae sem comparação com qualquer outra figura viva. Produtor de Bob Marley, Max Romeo e The Clash, é considerado um dos primeiros “produtores-artistas”, ao nível de pioneiros como George Martin, Phil Spector e Brian Wilson. Determinante no nascimento do ritmo lento que conferiu autonomia estilística ao reggae, diferenciando-o do ska, as suas experiências na mesa de mistura ajudaram também a formar outra criação de génio, o “dub”. Na sua discografia, merecem destaque os álbuns históricos dos anos 70, como “Super Ape” (1976) e “Roast Fish, Collie Weed, and Cornbread” (1978), e a compilação “Arkology” (1997), que o revelou a uma nova geração. “Jamaican E.T.”, vencedor do Grammy para melhor álbum de reggae em 2003, e “Repentance”, nomeado em 2009, são os seus dois grandes triunfos na última década e a prova de que, mesmo com 73 anos, a sua vitalidade criativa permanece intocada. Coroado de fogo-de-artifício, mais um momento para a história do FMM.

Alinhamento
Lee ‘Scratch’ Perry, voz
Sinclair Seales, bateria
Noel Simmons, teclados
Micheal Weekes, guitarra
Philip Poleon, baixo

Mais informação: http://www.myspace.com/leescratchperry

{ 3 comentários }

miguel 09/06/2009 às 14:57

dub master

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natty general 11/06/2009 às 22:03

Um génio vivo, o maior visionário do Som, desde roots reggae ao trance, é o verdadeiro rei Midas no assunto sonoro. Tenho respeito e consideração máximas por este mestre. A primeira vez que o vi em acção foi no Tivoli (97), deu um grande espectáculo que pude assistir porque entrei pela janela visto que já não havia bilhetes (há sempre quem os recebe de borla e não apreciam devidamente). O Homem é EXCELENTE na sua arte, fiquem sabendo (se não sabiam) que se trata do criador do “scratch” e outras técnicas modernas de criar som. Já assisti a outros concertos dele no garage em Lisboa (à bués) e em Londres (várias vezes) quando lá vivi. Ele é o néctar do Som Trancendental que vos põe em alta sem qualquer aditivo : ) Vou estar em Sines novamente para assistir às suas prácticas musicais. O homem é um Louco assumido que contagia qualquer um com a sua magia. Eu vou lá estar a dançar com o Feiticeiro Perry. Longa Vida a sua majestade. Raspect

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obiwan cannabis 18/06/2009 às 09:01

He’s the lion… from zion… ok, ok, no hard feelings y’all!

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