DJ’s
RÁDIO FMM AO VIVO, COM LUÍS REI E RAQUEL BULHA
Em 2009, vai haver um modelo diferente de animação musical dos finais de tarde. Luís Rei, autor do site mais activo na área das músicas do mundo, www.cronicasdaterra.com, e, nos dias 17 e 18, Raquel Bulha, uma das maiores divulgadoras deste género de música na rádio portuguesa (Antena 3), são DJ’s, MC’s, apresentadores e entrevistadores e tudo o mais que lhes der na gana numa rádio FMM ao vivo instalada em vários espaços urbanos centrais do festival.
17 de Julho - Largo Marquês de Pombal (Porto Covo), das 18h00 às 21h00
18 de Julho - Largo Marquês de Pombal (Porto Covo), das 18h00 às 21h00
19 de Julho - Largo Marquês de Pombal (Porto Covo), das 18h00 às 21h00
20 de Julho - Exterior do Centro de Artes (Sines), das 18h00 às 21h00
21 de Julho - Exterior do Centro de Artes (Sines), das 18h00 às 21h00
22 de Julho - Largo Poeta Bocage (Sines), das 18h00 às 21h00
SETS DE DJ’S
23: RMA (RDP ÁFRICA - ÁFRICA ELÉCTRICA) E MR_MUTE (DEUBREKA)
Avenida Vasco da Gama. 23 de Julho. 04h00 às 06h00. Entrada livre
Com o programa África Eléctrica, na RDP África, Rui Miguel Abreu (RMA) tem explorado o legado urbano da África dos anos 60 e 70. Neste Dj set, propõe viajar pelo afrobeat, afro-funk, afro-disco, juju, highlife e seus derivados. Ao seu lado estará Mr_Mute, referência emergente no lado mais funky da noite lisboeta com quem RMA já partilhou muitas viagens.
24: ANTÓNIO PIRES + TONI POLO
Avenida Vasco da Gama. 24 de Julho. 04h00 às 06h00. Entrada livre
Chamam-se os dois Antónios, mas um é espanhol e o outro é português: Toni Polo (aka DJ Cucurucho), dos Groovalizacion DJs, e António Pires. Juntos, cruzam sonoridades de todo o mundo (flamenco, Balcãs, música africana dos anos 60 e 70, bhangra, cumbia, funk carioca, ska, kuduro, hip-hop e muito mais) num alegre, vibrante e dançável duelo ibérico.
25: BAILARICO SOFISTICADO
Avenida Vasco da Gama. 25 de Julho. 04h00 às 07h00. Entrada livre
Tal como vem acontecendo desde 2006, a despedida do FMM 2009 faz-se ao som do trio de DJ’s Bruno Barros, Pedro Marques e Vítor Junqueira. “Imagine-se que durante umas horas poder-se-iam apagar fronteiras com uma borracha, acender fogos com dois calhaus e ser-se de qualquer tribo, da África à Europa de Leste, passando por Brooklyn e praias tropicais. É que desde 1999 que se pode ser cidadão do mundo com um Bailarico Sofisticado assim.” (Joana Batista)
{ 10 comentários }
Ena, tanto destaque aos DJ’s do FMM, com as escolhas do Bruno Barros tb, é novidade e é bom de ver! Só fica bem a um Festival com as dimensões do FMM que se pretende tb um Festival moderno e contemporâneo! É pena eu não poder estar presente no fim de semana que encerra o FMM deste ano pois estarei nesses dias no Festival A Punta Pala em Huelva! E assim não poderei dar a minha opinião sobre a actuação dos DJ’s do FMM bem como dos concertos, entre os quais vou ter pena de não ver o Lee ‘Scratch’ Perry, os Chicha Libre e os Speed Caravan! Só uma palavra em relação aos DJ’s: penso que o Vitor Junqueira, se não perdesse tanto tempo com o pop-rock dejá-vu e de fórmulas gastas e assumisse uma possível carreira de DJ a solo, poderia dar um bom DJ de world music (coisa que não existe em Portugal) como indiciou há 2 anos em Sines com os Bailarico (o ano passado não estive lá)! Força Vitor, apenas um pouquinho mais de coragem! Em relação aos outros DJ’s, é mto bom ter as mais variadas referências no vastíssimo campo da world music (não faria mto sentido um DJ apenas se dedicar a um estilo musical) mas não basta isso! Com tanta oferta musical há que ser selectivo e separar o trigo do joio, ter abertura e personalidade, ousadia e irreverência qb para se conseguir proporcionar uma festa e fazer com que poucos resistam ao apelo da dança!
Bom FMM para todos, divirtam-se e dancem (se puderem) até ao limite!!!!
Olá
Em relação ao Vítor só temos uma coisa a dizer: completo, irredutível e incondicional orgulho em tê-lo mais uma vez no palco do FMM.
… penso que se o Vítor Junqueira quisesse ser um Dj de world music, ele seria um Dj de world music. Ainda bem que assim não é.
e mais uma vez os meus parabéns ao FMM que tornam impossível não fazer de Sines um destino obrigatório.
Já falta pouco!
Caro Joe Latino, agradeço as referências e a preocupação, mas deixa-me dizer que gosto bastante (e aqui falo por nós os três) da liberdade de movimentos que o Bailarico, por um lado, e que festivais como o FMM, por outro, me oferecem.
Nunca gostaria de ser DJ de world music nos termos em que colocas a coisa. Primeiro, nem sei o que é (tal como muita gente não sabe desde há 20/25 anos). Segundo, gosto demasiado de música para a espartilhar dessa maneira (a ideia dos formatos é boa para a malta da publicidade e do marketing, não para nós). Terceiro, o que gosto mesmo é de me divertir e, na medida do possível, alargar essa diversão ao pessoal que esteja a partilhar o momento. E aquilo a que chamas de world music pode ter fórmulas tão ou mais gastas que o rock. Em termos de idades, o rock até é bem mais novo em grande parte dos casos.
É bom ter estes e outros “DJs” de WM(?)(1) que se juntam à bela festa que é o FMM Sines.
Pena é, quando ainda há gente que vê os concertos e “curte” as sessões de Dj com a clara e nítida sensação de estar ali apenas pelo prazer que tem no comentário que fará no dia seguinte.
O 3º ponto do Junqueira, explica tudo. Façam-se GRANDES levem a coisa menos à Séria e apanhem uma valente dose de pura satisfação só porque vos apetece!
(1) Serão Djs? E a WM, existe ou, como o outro, passamos todos a odiá-la?
Até muito breve
Aceitam-se sugestões para a Playlist da rádio Porto Covo.
Estou a pensar, seriamente, propor ao Luis Rei um jogo de antena supimpa! para premiarmos os ouvintes mais atentos e participativos de Porto Covo, que me dizem?
RB
Olá Vitor, pena não terem publicado (ai a censura!!) um 2º comentário meu onde clarificava um pouco mais o meu ponto de vista em relação a esta questão dos djs!
Em relação à denominação World Music, não fui eu que inventei esse nome (mas existe e o próprio Festival de Sines se autointitula de Festival de Músicas Do Mundo), desde há mtos anos que eu oiço salsas, cumbias, merengues, soukous, zouks, bhangras, rais, etc., etc. Repito que não fui eu que inventei o nome, terá sido alguém por volta da altura em que o Peter Gabriel fez aquelas experiências em África! E realmente a world music engloba tanta coisa que é dificil por vezes estabelecer fronteiras e saber precisamente onde começa e acaba porque ela abraçou e fusionou-se com todos os outros géneros (por ex. há ‘world music’ de dança que tem por base o house e o tecno, como a actualmente activa electro cumbia, com representantes como El Hijo De La Cumbia e Bomba Estéreo). Mas a verdade é que o termo existe e se espalhou por todo o mundo (ocidental sobretudo!?) para, e por uma questão de comodidade denominar toda aquela música exterior a nós, que vem de fora, mais ou menos distante e exótica, tradicional ou moderna, pura ou mesclada, acústica ou electrónica, deste nosso pequeno mundo da era global - Global Fusion, tudo pode ser a world music!!
Olá Raquel, claro que o principal objectivo de tudo isto é nos divertirmos a valer, dançar, sorrir, flirtar, enfim comunicar, nesta vida que são dois dias! Seria muito triste se os DJs, os futebolistas, os chefs de cozinha ou os actores não se divertissem no desempenho das suas funções! Foi por ex. o que aconteceu há 2 anos durante a tua actuação no MED de Loulé -foi para mim um dos bons momentos do MED desse ano e onde me diverti e dancei bastante, aliás como te disse na altura! Só que para garantir essa diversão por vezes temos de levar as coisas mais a sério, isto é, sermos mais profissionais, mais exigentes, termos mais ambições, por ex. não seria gratificante e motivo de orgulho para todos nós termos DJs portugueses da dita world music a serem convidados para eventos e festivais fora do nosso país? Enfim, mais visibilidade, mais força, mais presença, mais qualidade e determinação, lutar contra a pequenez do país e dizer que afinal existimos e que o mundo nos conhece, à semelhança do que já conseguiram alguns portugueses noutras áreas! E onde melhor que no campo da world music, onde não existem barreiras, e Portugal que já teve essa vocação da descoberta de novos mundos, de contribuir para essa aldeia global…
Em relação à playlist para a Rádio Porto Covo, e apesar de eu não poder estar lá, tenho uma sugestão de um músico que aliás vai estar em Sines e que tem umas coisas interessantes! No meio dessas coisas interesantes descobri uma autêntica pérola e que casa perfeitamente com o cenário de Porto Covo: é o tema M’bala do álbum Civilização & Barbarye do Ramiro Musotto! Bom festival para todos!!
Mó moces deixem-se disso!! masturbações intelectuais?ou não,é com vocês! haja tempo! sem criticas ou pseudocriticas indefinidas, espero sinceramente que mais uma vez seja um belo FMM, sem qualquer necessidade de definir o que são musicas do mundo.. já que basta um minimo de sensibilidade e percebes o que são AS musicas do mundo. atejazZ
Hi guys,
I’ll be around Lisbone during this days. Do you know wheree I could find some information in English?
Many thanks
Here: http://www.fmm.com.pt/en